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21 de Out de 2008
Os modelos e metas para os trabalhos na área da saúde indígena em Mato Grosso do Sul, que serão propostos pela consultoria contratada pelo Projeto Vigisus II, serão avaliados a partir de hoje (21), na 3ª Oficina Regional de Saúde Indígena, realizada em Campo Grande.
Durante três dias, serão consideradas as perspectivas, os conhecimentos e as experiências acumuladas pelos índios, gestores, formuladores de políticas, e técnicos que operam o Subsistema de Saúde Indígena.
Em abril de 2008, a Funasa iniciou um processo de reflexão sobre os modelos de atenção, organização, gestão, financiamento e monitoramento e avaliação do Subsistema de Saúde Indígena, auxiliada por uma equipe de consultores do consórcio Institute of Development Studies (IDS), Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap) e Associação Saúde Sem Limites.
O encontro vai propiciar oportunidades para que todos possam conhecer e debater o diagnóstico e as propostas da consultoria antes de serem postos em prática, fortalecendo todo o processo e os produtos e contribuindo para a busca de consensos. E vai possibilitar que o diagnóstico inicial possa ser completado com informações sobre as realidades específicas dos diferentes Distritos Sanitários Especiais Indígenas (Dseis).
A consultoria tem como objetivo completar o diagnóstico inicial identificando as metas de saúde do subsistema, os modelos de atenção, de organização, de gestão, de financiamento e de monitoramento das ações. A fim de envolver o maior número de pessoas no desenvolvimento do trabalho, optou-se pela realização de oficinas regionais que estão sendo realizadas no segundo semestre de 2008.
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