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29 de Mar de 2010
Profissionais de saúde da Funasa, dentre eles médicos, enfermeiros, psicólogos e nutricionistas, reuniram-se hoje (29) com mulheres indígenas hospedadas na Casa de Apoio à Saúde do Índio (Casai) do Distrito Federal para debater a saúde indígena.
O objetivo do encontro, que se estende até quarta-feira (31), é discutir oportunidades de melhoria nas atividades de atenção à saúde da mulher e da criança indígena, contemplando o processo de preparação do Projeto Vigisus III.
Compareceram ao evento o diretor do Departamento de Saúde Indígena (Desai), Wanderley Guenka; o coordenador de Atenção à Saúde Indígena, Flavio Nunes; a responsável pela Área Técnica e de Vigilância Alimentar e Nutricional da Funasa, Rosalynd Moreira; a chefe da Casai/DF, Elenir Koroaia; e demais técnicos do Desai. As técnicas da saúde da mulher e da criança do Ministério da Saúde, Fernanda Monteiro, Ticiane Donato e Luciana Fonseca também prestigiaram o encontro e apresentaram as ações e programas desenvolvidos pelo ministério que atendem a saúde da mulher e da criança.
"Buscamos reforçar as linhas de cuidado adotadas pelo ministério, conscientizando as mulheres da importância do pré-natal, do acompanhamento do parto e do nascimento, além do aleitamento materno nos primeiros meses de vida da criança", explicou Fernanda Monteiro.
O diretor do Desai, Wanderley Guenka, ressaltou que a Funasa não está inventando nada. "Todos os Programas realizados pelo Ministério da Saúde são adotados pela Funasa com as devida adequações para um publico específico como o da população indígena".
Guenka aproveitou a ocasião para divulgar o lançamento de duas publicações elaboradas pela Assessoria de Comunicação Social e Educação em Saúde (Ascom) da Funasa. O primeiro livro trata dos dez anos de compromisso do Desai à frente da saúde indígena. E o outro aborda a última gestão (2007-2009), que retrata as principais realizações da Funasa nesse período, mostrando os dados consolidados e resultados obtidos pelas equipes dos diversos departamentos da Funasa.
O coordenador de Atenção à Saúde Indígena, Flávio Nunes, acrescentou a fala do diretor do Departamento dizendo que "a Funasa não deve fazer nada de diferente do que o Sistema Único de Saúde (SUS) adota, o que deve ser feito é o reconhecimento das especificidades dessa população diferenciada. Essas comunidades demandam uma estratégia e uma logística específica para a aplicação das ações, devendo sempre buscar a redição da mortalidade infantil, estar atento à qualidade do acompanhamento à gestante, e evitar a mortalidade materna".
Wanderley Guenka reforçou aos indígenas presentes que mesmo após a assinatura da Medida Provisória que cria a Secretaria de Saúde Indígena, vinculada diretamente ao Ministro da Saúde. Neste momento, a Funasa continuará sendo a responsável pela execução das ações de atenção à saúde dos povos indígenas, sem qualquer interrupção dos trabalhos que venha a prejudicar o atendimento, até a assinatura do decreto que regulamentará oficialmente a transferência, num prazo estimado de até 90 dias.
A chefe da Casai, Elenir Koroaia, fez questão de agradecer a todo o esforço do Desai, principalmente do diretor Guenka. "O Departamento sempre investiu e se empenhou para melhorar as condições de saúde dos indígenas, assim como a nossa Casai".
http://www.funasa.gov.br:8080/siscanot/noticias/not_2010/not.php?cod=255
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