Correio do Estado (MS)
15 de Mar de 2007
dengue continua causando preocupações para as autoridades do setor de saúde do Brasil e do Paraguai. Somente em Ponta Porã, o número de casos suspeitos já ultrapassa 600, sendo apenas um hemorrágico. Já no Paraguai, a falta de estrutura para combater de forma eficaz a doença está deixando a população com muitas preocupações. Até agora a dengue teria provocado a morte de 21 pessoas, mas esse número ainda não é oficial.
Conforme informações da Secretaria Municipal de Saúde de Ponta Porã, o trabalho de combate à proliferação do mosquito aedes aegypti tem sido constante em todos os bairros e centro da cidade. Agentes comunitários de saúde, trabalhadores da Fundação Nacional de Saúde, servidores da prefeitura municipal, voluntários e a comunidade, estão somando esforços para erradicar larvas do mosquito que transmite a doença.
Até ontem à tarde a Secretaria de Saúde de Ponta Porã tinha 603 casos de dengue notificados nos mais diversos bairros do município. Desse total, 189 foram confirmados com a doença, sendo que apenas um é da forma hemorrágica. O paciente que contraiu a doença recebeu tratamento e não corre risco de morte.
Os trabalhos de limpeza nos bairros e na área central continuam sendo realizados. A Prefeitura de Ponta Porã continua mobilizando a população para fazer a manutenção dos quintais evitando o acúmulo de lixo e embalagens que possam se transformar em recipientes que acumulam água, propícios para a procriação do mosquito. Nesta quinta-feira os trabalhos estarão concentrados no distrito de Cabeceira do Apa. No local além da limpeza, o caminhão passará com borrifação de veneno.
Já no Paraguai a situação é muito delicada. As autoridades não se entendem e não existe um trabalho coordenado para que possa erradicar o mosquito. O setor de saúde paraguaio até ontem havia confirmado 12 mortes por dengue, mas ainda investigava outras nove mortes, o que poderia totalizar 21.
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