Brasil Norte-Boa Vista-RR
Autor: AMILCAR JÚNIOR
05 de Dez de 2002
Representantes da sociedade organizada participaram do ato público, em apoio aos produtores do Estado
"Assim, o Estado não vai pra frente". A visão pessimista é do aluno Douglas Santos, 11 anos, participante da manifestação de ontem à tarde, em frente ao Palácio Senador Hélio Campos, sobre a recente "guerra" travada entre produtores rurais e índios, defendidos por ONG's e a Igreja Católica. Centenas de crianças, principalmente filhos de produtores, invadiram a Praça do Centro Cívico para endurecer o protesto contra a demarcação das terras indígenas de forma contínua. Pediram ainda a ajuda para permanecerem em suas propriedades. "Como fica a situação do meu pai, que é funcionário de uma grande fazenda produtora de arroz?", indagou Douglas. O "futuro" de Roraima mostrou-se preocupado com a situação.
Assinaturas
Durante a manifestação, coordenadores recolheram assinaturas. Diversos setores da sociedade roraimense e parlamentares compareceram em massa à praça. Uma banda de forró animou o público.
Às 17h20, caminhões, máquinas pesadas e cavaleiros saíram em protesto, rodeando o Centro da cidade. Todos cobraram das autoridades uma decisão pací+fica sobre a questão fundiária de Roraima.
Autoridades
Após a caminhada, políticos e representantes de entidades de classe como Sebrae, Associação Comercial de Roraima (ACIR), pecuaristas, rizicultores, produtores rurais, lojistas, comerciantes, servidores públicos federais, municipais e estaduais, concentraram-se na Praça, onde alguns opinaram sobre a questão e apresentaram sugestões para resolvê-la.
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