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Core/PA discute medidas contra o H1N1

Funasa - www.funasa.gov.br/internet/Web Funasa/not/not2009/not1096.html
21 de Dez de 2009

Representantes da Coordenação Regional da Funasa no Pará (Core/PA) se reuniram na última sexta-feira (18) com o coordenador-geral de Atenção à Saúde Indígena da presidência, Flávio Nunes, para discutirem medidas de controle da Influenza Pandêmica H1N1 entre os mais de 21 mil índios do estado.

Compareceram também à reunião a coordenadora de Vigilância Sanitária da Secretaria de Estado de Saúde do Pará (Sespa), Ana Helfer; o chefe de Laboratório de Vírus Respiratórios do Instituto Evandro Chagas, Wyller Mello; o coordenador Regional da Funasa no Pará, Florivaldo Martins e representantes dos Distritos Sanitários Especiais Indígenas Guamá Tocantins (Dsei/Guatoc) e Redenção (Dsei/Redenção).

A reunião teve como objetivo manter uma articulação entre a Funasa, a Sespa e o Instituto Evandro Chagas, além de preparar os Dseis para enfrentar a epidemia. A Fundação pretende fortalecer cada vez mais a vigilância nos casos de síndrome gripal aguda grave, monitorando as aldeias, articulando ações de prevenções junto aos indígenas e treinando seus servidores na coleta de amostras para diagnóstico, além do preenchimento do formulário de vigilância da síndrome gripal e/ou doença respiratória aguda grave. A medida faz parte do protocolo estabelecido para a vigilância da epidemia pelo vírus, que recomenda sua identificação específica em caso de surtos de Síndrome Gripal e Doença Reparatória Aguda Grave.

Na reunião, também foi firmado uma parceria com a Sespa que irá disponibilizar kits de teste rápido, insumos para a coleta de material e medicamentos para o combate à Influenza Pandêmica H1N1, bem como disponibilizar uma vaga para servidor da Fundação no Comitê de Crise do estado.

"Todas as medidas de combate à epidemia estão sendo implementadas na Coordenação Regional da Funasa no Pará, como uma prioridade para atender os indígenas doentes nas primeiras horas, após o inicio dos sintomas, e assim evitar que o vírus se prolifera com mais rapidez nas aldeias", esclareceu Flávio Nunes.

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