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Coordenadores fazem apresentação sobre realizações nos estados

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30 de Jun de 2009

A segunda etapa da reunião dos coordenadores regionais com o presidente da Funasa, Danilo Forte, contou com a apresentação das principais metas e dificuldades de cada Coordenação Regional. Divididos por regiões, os coordenadores e seus representantes falaram, em sua maioria, da dificuldade de aprovação de projetos apresentados. "Faltam pessoas capacitadas nas prefeituras para elaborar os projetos. Em Roraima, por exemplo, recebemos trabalhos com erros banais, o que dificulta a agilização das obras." disse o coordenador de Roraima, Marcelo Lopes. "Precisamos, também, de cursos e oficinas de capacitação dos nossos engenheiros", disse, por sua vez, o coordenador de Alagoas, Roosevelt Cota.

Dentre os principais avanços apresentados, estão a aquisição de novos veículos e o grande número de projetos aprovados entre 2007 e 2008. "No Maranhão, neste primeiro semestre, foram realizadas 73 visitas técnicas. Tivemos 33% dos projetos aprovadas e 13 obras com recursos já liberados." comemorou o coordenador, Jair Tannús Júnior. "No Amapá, 90% dos projetos apresentados foram aprovados e, em quatro municípios, as obras de saneamentos vão ser executadas pelo Estado", informou o coordenador, Gervásio de Oliveira. Em Rondônia, a aquisição de quatro veículos facilitou, em 97%, as visitas técnicas a municípios, afirmou o coordenador, Josafá Marrerio.

Os coordenadores falaram, também, sobre as metas. De acordo com o coordenador-substituto do Ceará, Germano Aguiar, em três meses serão concluídas obras nas áreas indígenas, entre outras. "Elaboraremos, também, o Plano Municipal de Saneamento em consonância com a Lei de Saneamento", explicou. Já na Coordenação da Bahia, a meta é aproximar o município e técnicos da Funasa. "Queremos colocar, os técnicos da Instituição em contato direto com a pessoa que elaborou o projeto para sanar, rapidamente, as dúvidas que surgirem agilizando, assim, a aprovação do trabalho", afirmou o chefe da Divisão de Engenharia e Saúde Pública (Diesp), Raimundo Firmo.

A maior demanda de São Paulo é o acumulo de resíduos sólidos. José Antônio da Mota, representante da engenharia do estado, destaca a necessidade de investimento para a erradicação dos "lixões" a céu aberto da metrópole. A Coordenação também tomou providências para agilizar as aprovações dos projetos, dentre elas, a melhoria dos equipamentos de informática e reestruturação do quadro de pessoal na divisão de engenharia.

Após as apresentações dos coordenadores, foi organizada uma mesa composta pelo presidente, Danilo Forte; o coordenador-geral do PAC, Flávio Gomes; o coordenador de engenharia sanitária, Pedro Villar; e a coordenadora-geral de cooperação técnica em saneamento, Patrícia Areal; para responder algumas dificuldades apresentadas pelos coordenadores regionais. "A Funasa foi acostumada, ao longo de sua história, a não detalhar as informações. Precisamos ter argumento com base nas informações, nos números, nos quantitativos das ações de execução da instituição", destacou Danilo Forte acerca dos questionamentos apontados.

No debate aberto aos presentes o coordenador de Roraima, Marcelo Lopes, elogiou os avanços da Fundação. "A cada reunião que eu participo estamos sempre procurando avanços, e temos conseguido. Nos últimos dois anos, a Funasa evoluiu em todos os aspectos. Mas acredito que precisamos externar nossas ações para reforçar a credibilidade da instituição perante os prefeitos e toda a sociedade", sublinhou.

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