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11 de Out de 2012
Representantes do Comitê de Gestão Integrada das Ações de Atenção à Saúde e Segurança Alimentar para População Indígena voltaram a se reunir na manhã desta quinta-feira (11), na sede do Ministério da Saúde (MS), em Brasília. Entre as pautas debatidas durante o encontro, destacam-se os preparativos para realização da terceira etapa do Plano de Ação Estruturante da Saúde Indígena, que desta vez estará focado na assistência das populações cobertas pelos Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEI) Alto Rio Negro, Alto Rio Solimões e Vale do Javari, todos situados no Estado da Amazonas. Esta é a terceira vez que o Comitê se reúne para traçar estratégias de atuação em área indígena.
A reunião foi presidida pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e contou com a participação de representantes de todos os órgãos que integram o Comitê, como a Fundação Nacional do Índio (Funai), Ministério da Defesa (MD), Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), Secretaria-Geral da Presidência da República e Casa Civil.
Durante o encontro, foram alinhadas as estratégias para ação conjunta entre o Ministério da Saúde e o Ministério da Defesa no que diz respeito ao suporte logístico a ser disponibilizado para as equipes de saúde que entrarão em área nas regiões cobertas pelos três distritos, a exemplo dos municípios de São Gabriel da Cachoeira (AM), Tabatinga (AM), Palmeira do Javari (AM) e Atalaia do Norte (AM).
Além do planejamento para ação estruturante na região noroeste da Amazônia, outra pauta debatida pelo Comitê foi a atuação do Grupo de Trabalho (GT), criado pelo próprio coletivo, para discutir ações de Segurança Alimentar para as populações indígenas. O GT é composto por técnicos da Secretaria Especial de Saúde Indígena (SESAI), da Funai e do MDS e tem concentrado esforços para implementar um planejamento de ações que preveem, entre outras questões, a distribuição de cestas de alimentos para comunidades indígenas mais necessitadas. Atualmente, o GT está debatendo a criação de um cadastro único de beneficiários, bem como a composição das cestas de alimentação que deverão ser fornecidas às populações indígenas.
Luz para todos
Outro tema que foi socializado durante a reunião concerne à articulação do Ministério da Saúde com o Ministério de Minas e Energia para a implementação do programa Luz para Todos em aldeias indígenas concentradas em regiões de difícil acesso. A necessidade é justificada pelas dificuldades logísticas das equipes de saúde de conservarem medicamentos e vacinas nos locais onde não há energia elétrica. "O Ministério das Minas e Energia realizará um estudo criterioso para identificar qual será a melhor alternativa de disponibilizar esta energia, se será solar, ou de outra forma", disse a diretora de Atenção da SESAI, Mariana Maleronka.
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