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Cestas de alimentos chegarão a 82 comunidades indígenas

MS Notícias
27 de mar de 2007

Famílias de 82 comunidades indígenas de Mato Grosso do Sul vão ser beneficiadas com os alimentos que o Governo do Estado e a Funasa começaram a entregar esta semana. A ação visa assegurar o atendimento emergencial e combater a desnutrição infantil. Os alimentos, divididos em 14 mil cestas básicas, são adquiridos e repassados pelo governo federal; o Estado está oferecendo toda a logística para recebimento, armazenagem, montagem das cestas, transporte e distribuição. A remessa é a primeira desde o acordo articulado em Brasília pelo governador André Puccinelli no mês de fevereiro. A medida deverá ocorrer mensalmente, durante pelo menos um ano.

Ontem (26) saíram de Campo Grande com destino a Dourados os primeiros quatro caminhões carregados. Famílias com crianças de até sete anos de idade vão receber 44 quilos; para as que têm filhos maiores, estão assegurados 22 quilos. As cestas contêm arroz, feijão, fubá, óleo de soja, açúcar, macarrão, farinhas de trigo e de mandioca, e leite em pó.

As cestas estão chegando aos 13 pólos-bases da Funasa e, de lá, seguem para os municípios e aldeias. Na região de Amambai cerca de 2.800 famílias serão atendidas. Elas habitam as aldeias Amambai, Jaguari e Limão Verde (em Amambaí); Guassuty (em Aral Moreira) e Taquapery (em Coronel Sapucaia). Outra região pólo na qual cerca de 400 famílias também receberão o benefício, são as aldeias Campestre e Cerro Marangatu (em Antônio João), Kokue-y e Lima Campo (em Ponta Porã) e Pirakuá (em Bela Vista).

Um terceiro pólo são as aldeias Colônia Nova, Córrego do Meio, Imbirussu, Lagoinha, Limão Verde, Morrinhos, Ypegue, Bananal e Água Branca (em Aquidauana); Água Branca, Taboquinha, Brejão e Cabeceira (em Nioaque) e Aldeinha (em Anastácio). Estas aldeias totalizam cerca de 1.243 famílias atendidas. As aldeias de Porto Murtinho, localizadas em dois diferentes pólos, com cerca de 261 famílias, também vão receber alimentos. São elas: Alves de Barros, Campina, Barro Preto, São João e Tomásia.

Nas comunidades indígenas de Guira-roka e Taquara (em Caarapó); Guaiambé e Rancho Jacaré (em Laguna Caarapã) e Jarará (em Juti) a quantidade é de 1.105 famílias. Do pólo-base de Campo Grande, saem alimentos para 97 famílias nas aldeias Bálsamo (em Rochedo); Ofaié Xavante (em Brasilândia) e Uberaba (em Corumbá).

O maior pólo, na região de Dourados tem as comunidades Bororó, Jaguapiru, Panambi, Panambizinho, Ithaum, Passo Piraju, Curral de Arame, Pacurity, Mudas do MS e Picadinha (em Dourados); Sucuri (em Maracaju); Cerro-y (em Guia Lopes); Arroeira, Alegrete e Senhor Wilson (em Rio Brilhante) e o Acampamento Naviraí (em Naviraí). Nessas localidades 2.657 famílias estão recebendo as cestas.

No pólo nove, o benefício chega ao Acampamento Sombrerito (em Sete Quedas); Acamp. Yvy Katu (em Japorã); Cerrito (em Eldorado); e Porto Lindo (em Japorã), com cerca de 1.300 famílias. Argola, Babaçu, Cachoerinha, Lagoinha, Lalima, Morreira, Morrinho e Passarinho, em Miranda, onde estão 1.252 famílias, também estão incluídas no projeto.

Cinco aldeias são de Paranhos: Arroio Cora, Paraguassú, Pirajuí, Potrero-Guassu e Sete Cerros, que somam cerca de 1.023 famílias. Completam a relação as aldeias Água Azul, Buriti e Recanto (em Dois Irmãos do Buriti); Córrego do Meio, Lagoinha, Olho DÁgua, Oliveira, Barrerinho e Tereré (em Sidrolândia) – num total de 694 famílias atendidas; além de Jaguapiré e Sassoró (em Tacuru), com cerca de 758 famílias.

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