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Cantareira atinge menor índice da história

O Globo, País, p. 16
21 de Set de 2014

Cantareira atinge menor índice

Apesar da captação de água da reserva técnica das represas Jaguari-Jacareí e Atibainha a partir de maio, o Sistema Cantareira atingiu o índice de 8,2% ontem, o mais baixo da história desde o início da captação do volume morto, segundo a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp).
Na sexta-feira, o índice estava em 8,4%. A Sabesp considera o nível do Sistema Cantareira pelo volume útil mais a reserva técnica (volume morto) das represas Jaguari/Jacareí e Atibainha. O Cantareira abastece, atualmente, cerca de 6,5 milhões de pessoas só na Grande São Paulo.
A Sabesp admite que a situação é crítica por causa da falta de chuva, mas diz que tem adotado medidas como interligação dos sistemas, redução de perdas na distribuição, uso do volume morto e bonificação aos moradores que economizarem água.
De acordo com a companhia, a queda dos reservatórios que atendem a Região Metropolitana é resultado da falta de chuva no último verão, o mais seco dos últimos 84 anos, quando começaram as medições, e das temperaturas altas mesmo dno inverno.
Nesta sexta, a Agência Nacional de Águas (ANA) propôs o fim do grupo técnico criado em fevereiro para discutir alternativas à crise hídrica. O grupo é formado por órgãos reguladores para auxiliar o governo paulista em sua gestão do Sistema Cantareira.
A ANA também comunicou sua saída do grupo por discordar da postura da Secretaria Estadual de Recursos Hídricos sobre os limites adotados para captação de água e abastecimento da Região Metropolitana de São Paulo.
O diretor-presidente da ANA, Vicente Andreu, afirmou em ofício à superintendência do Departamento de Águas e Energia Elétrica de São Paulo (DAEE), que o secretário de Recursos Hídricos, Mauro Arce, tem negado acordo à proposta de novos limites de retirada de água do Cantareira para a Região Metropolitana de São Paulo.
Nesta sexta, a Agência Nacional de Águas (ANA) propôs o fim do grupo técnico criado em fevereiro para discutir alternativas à crise hídrica. O grupo é formado por órgãos reguladores para auxiliar o governo paulista em sua gestão do Sistema Cantareira.
A ANA também comunicou sua saída do grupo por discordar da postura da Secretaria Estadual de Recursos Hídricos sobre os limites adotados para captação de água e abastecimento da Região Metropolitana de São Paulo.
O diretor-presidente da ANA, Vicente Andreu, afirmou em ofício à superintendência do Departamento de Águas e Energia Elétrica de São Paulo (DAEE), que o secretário de Recursos Hídricos, Mauro Arce, tem negado acordo à proposta de novos limites de retirada de água do Cantareira para a Região Metropolitana de São Paulo.

O Globo, 21/06/2014, País, p. 16

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