OESP, Metrópole, p. A14
26 de Mai de 2014
Brasília fechará lixão que sustenta 2 mil
Prazo para acabar com área insalubre vai até agosto, segundo Política de Resíduos Sólidos; catadores temem não ter para onde ir
Rafael Moraes Moura / BRASÍLIA
Patrimônio cultural da humanidade, Brasília tem a maior renda per capita do País, mas não sabe cuidar do próprio lixo. Até o fim deste mês, o governador Agnelo Queiroz (PT) pretende fechar o lixão da Estrutural, uma vasta área a 16 km do Palácio do Planalto, inundada diariamente pelos resíduos sólidos despejados pelos 2,8 milhões de habitantes do Distrito Federal.
Em uma corrida contra o tempo para cumprir o prazo fixado pela Política Nacional de Resíduos Sólidos, que determina o fim dos lixões para agosto, Brasília esbarra em uma série de dificuldades: a coletas eletiva é incipiente, a licitação do novo aterro sanitário foi contestada pelo Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) e sobram incertezas sobre o futuro dos catadores como lixão desativado.
OESP, 26/05/2014, Metrópole, p. A14
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