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Belém encerra encontro sobre malária na população indígena

Funasa - http://www.funasa.gov.br/
09 de Jul de 2009

Termina hoje (9), em Belém (PA), o II Encontro Macrorregional de Avaliação da Malária em População Indígena, promovido pela presidência da Funasa. No evento, que teve início no último sábado (4), foram transmitidas informações sobre como lidar com o Sistema de Vigilância Epidemiológica (Sivep), que possibilita o conhecimento, via online, do número de casos de malária.

No Brasil, o número de casos da doença aumentou de 2003 a 2007, mas diminuiu em 2008 com a introdução de novos medicamentos, como o Coarten, que combina as substâncias artemeter e lumefantrina.

"O remédio trata o tipo mais grave da doença, a falciparum, num reduzido espaço de tempo. Agora, é claro que todos precisam entender que não é nada fácil combater a doença em regiões de difícil acesso, como aldeias onde só se pode chegar, por exemplo, de avião. As dificuldades de acesso prejudicam o trabalho da Funasa, mas estamos caminhando", disse o diretor do Departamento de Saúde Indígena (Desai), Wanderley Guenka.

Para reduzir o número de casos, a Fundação desenvolveu o "teste rápido", que são exames individuais e descartáveis usados em povos que vivem em locais de difícil acesso e sem energia. São fáceis de serem lidos e não exigem profissionais especialistas em microscopia.

"O que deve ficar claro é que os testes rápidos não vieram para substituir os laboratórios. Eles são mais uma ferramenta importante na luta contra a malária", explica o responsável técnico sobre malária no Desai, Evaldo Ferreira de Araújo.

Participaram também do evento, responsáveis pelo programa de malária dos Distritos Sanitários Especiais Indígenas (Dseis).

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