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Atendimento pode ser diferenciado

Diário Amazônia - http://www.diariodaamazonia.com.br/
10 de Dez de 2010

A Casa de Apoio ao Índio (Casai) tem em seus cadastros 10.229 indígenas que são atendidos pelo Distrito Sanitário Especial Indígena (Dsei) Porto Velho, que recebe pacientes de Porto Velho, Vilhena, Lábrea (AM), Mato Grosso e Acre. Com a capacidade para 28 leitos e nove redes, as instalações tímidas da Casai Porto Velho pretendem, após a transição de Fundação Nacional do Índio (Funasa) para Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai), transformar o que hoje é uma casa de apoio em um Centro de Referência Indígena.

O presidente do Conselho Distrital de Saúde Indígena em Porto Velho, Aurélio Tenharin, explica que essa transição vai auxiliar em que haja o atendimento diferenciado ao indígena através da secretaria. "Esse processo de transição começou em novembro e tem o prazo de 180 dias para que finde. Não queremos mudar a política pública de saúde que existe, mas buscamos apenas atendimento diferenciado", disse Aurélio.

O Dsei de Porto Velho, assim como os demais, tem o papel de abrigar e dar atendimentos básicos necessários aos indígenas que vem para a cidade ter atendimento médico após o pré-atendimento prestado pelas equipes de saúde que visitam as aldeias. A equipe que se faz presente para assistência na Casai é formada por técnico de enfermagem e enfermeiro que prestam atendimentos básicos. Mas, um problema cultural causa transtornos na Casai de Porto Velho, o fato dos índios trazerem toda a família como acompanhantes.

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