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Amazônia é o foco da nova edição do Projeto Rondon

A Crítica - Manaus-AM
13 de Jan de 2005

O Governo Federal decidiu retomar uma iniciativa do passado no atendimento às necessidades do povo amazônico: o Projeto Rondon. Desenvolvido durante quase duas décadas - entre os anos de 60 e 80 - a proposta marcou época e fez surgir uma geração de jovens universitários que viajaram pelo País com o ideário de integração nacional.

Em 1989, o projeto foi extinto pelo presidente José Sarney, mas o ideal rondonista se manteve vivo. A Associação Nacional dos Rondonistas - ONG criada pelos ex-servidores da ação no mesmo ano de sua extinção, com sede em Brasília (DF) - foi a responsável por essa façanha.

O presidente Lula determinou ao Ministério da Defesa a tarefa de relançar os trabalhos nacionais. No final de 2004, o ministério lançou o edital de convite às universidades e 125 instituições de ensino superior se propuseram a participar e cair em campo. Desse total, 40 foram selecionadas a partir de propostas encaminhadas.

Dentro dessa perspectiva, a operação foi desenvolvida em duas fases: a de diagnóstico da situação - que compreenderá a ida dos estudantes aos municípios selecionados - e, em seguida, a de implantação de projetos a partir das necessidades identificadas nesses locais.

Quatro instituições de ensino superior do Amazonas participam da nova edição do Projeto Rondon - Ufam - Universidade Federal do Amazonas, Ceulm/Ulbra - Centro Universitário Luterano de Manaus, Faculdades Objetivo e UEA - Universidade do Estado do Amazonas .

No total, serão 40 equipes, cada uma formada por quatro estudantes e um professor. As equipes de estudantes de todo o País chegam a Manaus (AM) no próximo sábado. Eles sairão de São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Belo Horizonte (MG) e Brasília (DF).

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