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A água da cidade está por um fio

Correio Braziliense
Autor: Ricardo Mendes
24 de set de 1999

O Distrito Federal ainda não adequou a sua legislação à Política Nacional de Recursos Hídricos. Durante a Comissão Geral de Águas, foi defendida como prioridade a questão da qualidade da água na barragem do Descoberto, responsável por 61% do abastecimento na capital e ameaçada pela ocupação desordenada do solo na margem goiana do Lago, no município de Águas Lindas.
Demais participantes da Comissão Geral de Água destacaram a necessidade de investir em medidas educativas contra o desperdício. Outra proposta realizada foi de que fosse diminuida a tarifa do IPTU para imóveis que reduzirem em 10% o consumo de água nos meses de estiagem.
A água subterrânea no DF é escassa, pois está se retirando mais água do ambiente do que a natureza pode repor, causando a seca de fontes. Um dos agravante desse quadro é a impermeabilização do solo, feita por construções como estradas.

A escassez já mostrou a sua cara
De maio ao início de setembro, período de seca no DF, a escassez levou ao racionamento em Sobradinho e à redução do volume de água nas casas do Lago Sul. Essas regiões já sofreram até três meses seguidos de estiagem.

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