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ACT nega suspeita de biopirataria e faz questão de ser investigada*

ACT-Amazon Conservation Team-Brasília-DF
Autor: Vasco Marcus van Roosmalen
10 de Jun de 2005

A Amazon Conservation Team (ACT), organização não-governamental socioambientalista, esclarece, em relação à matéria publicada no jornal O Estado de S. Paulo, em 09 de junho de 2005, sob o título ONG americana é suspeita de biopirataria no Brasil, que:

1) A ACT tomou a iniciativa de solicitar formalmente à Funai e ao Ministério Público que dessem conseqüência às investigações em torno de denúncias feitas pela servidora Regina Célia Fonseca Silva. Esses documentos foram enviados pela ACT ao repórter do jornal Estado de S. Paulo;

2) A ACT está tomando as providências judiciais cabíveis contra Regina Célia Fonseca Silva;

3) O mapeamento cultural das etnias na terra indígena do Xingu foi feito a pedido dos próprios índios, por eles e para eles. Não incluiu pesquisa relacionada a princípios ativos de plantas;

4) A Funai acompanhou todo o trabalho, do princípio ao fim, orientando os índios a respeito das informações que poderiam disponibilizar nos mapas;

5) A produção de vídeo pela TV japonesa não teve participação da ACT;

6) A ACT não recebe verbas da Khiels, que é uma pequena empresa familiar de Nova York. Em 2001, a empresa fez uma única doação relativa a resultados de venda de um kit de viagens;

7) Bioprospecção não é crime desde que realizada dentro de critérios legais. A ACT, entretanto, não tem nenhuma atividade ligada à bioprospecção.

Continuamos, como sempre estivemos, dispostos a maiores esclarecimentos.

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