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Abelhas a salvo

Veja SP, Bichos, p. 15
21 de fev de 2018

Abelhas a salvo
A ideia é da ONG SOS Abelhas sem Ferrão, que quer preservar espécies nativas

Carolina Giovanelli

Em janeiro, 200 pessoas estavam na fila do projeto SOS Abelhas sem Ferrão para receber uma colmeia com cerca de 5 000 insetos. É possível conservá-la em casa, em apartamento ou estabelecimento comercial. A ideia é proteger as 300 espécies nativas que ficaram esquecidas enquanto a europeia Apis mellifera, mais forte e produtiva, dominava o mercado. "Entre os meliponicultores da Grande São Paulo, 70% começaram a criar esses exemplares de 2015 para cá", diz Celso Barbiéri, diretor científico da ONG.
O mel produzido por essa categoria tem sabor complexo e diferentes níveis de glicose, frutose e água. Ele aparece cada vez mais no menu de chefs como Ivan Ralston, do restaurante Tuju, em Pinheiros, onde vivem abelhas mirim, jataí e iraí. A demanda do setor gastronômico costuma ser suprida pela Mbee, em Atibaia, criadouro dedicado aos tipos de inseto sem ferrão há quatro anos. A maioria dos interessados, porém, cuida das abelhas por hobby, sem extrair o mel.

Veja SP, 21/02/2018, Bichos, p. 15

https://vejasp.abril.com.br/blog/bichos/abelhas-mel-protecao/

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