Folha de S. Paulo-São Paulo-SP
15 de Nov de 2004
Sete meses depois do massacre de 29 garimpeiros dentro da reserva Roosevelt, dos índios Cintas Largas, há risco de que ocorram novas mortes. Cerca de 300 garimpeiros voltaram a trabalhar na extração de diamantes no interior da reserva, segundo informação do Sindicato dos Garimpeiros do Estado de Rondônia e da Prefeitura de Espigão do Oeste, município vizinho à reserva.
A prefeita reeleita Lúcia Tereza Santos (PTB) disse que o garimpo nunca parou, mas que há três semanas aumentou o fluxo de homens na reserva. Os próprios índios, segundo ela, escolhem os garimpeiros. "A situação me preocupa muito. Já vi esse filme antes."
A extração mineral em terra indígena é proibida.
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