BV- http://www.folhabv.com.br
30 de Nov de 2014
O comandante da Companhia Independente de Policiamento Ambiental (Cipa) da PM, major Arcanjo, informou à Folha que até hoje à tarde um total de 20 garimpeiros já haviam sido presos na área indígena de Auaris, localizada no município de Amajari.
Desde a última quinta-feira, policiais militares da Cipa e servidores da Frente de Proteção Etnoambiental Yanomami e Yokuama da Fundação Nacional do Índio (Funai) estão na região realizando a operação Krokorema II para retirada de garimpeiros em atividade ilegal em terras indígenas.
Os garimpeiros serão encaminhados para a sede da Superintendência da Polícia Federal, na manhã desta segunda-feira (1o). Segundo investigação da Cipa e da Funai, 38 balsas e pelo menos 300 garimpeiros estão atuando de forma ilegal na região de Auaris.
Durante a operação, o sargento Ranildo Brandão foi baleado na tarde de ontem (29). O tiro atingiu a região lombar do PM. A aeronave com o policial ferido chegou no hangar do Governo do Estado por volta das 9h deste domingo e de lá ele foi levado para o Hospital Geral de Roraima (HGR). Na unidade de saúde ele foi submetido a uma cirurgia.
Amigos e familiares convocam pessoas para doar sangue ao policial baleado
Uma corrente de pedido de ajuda está circulando, neste domingo, nas redes sociais com um pedido de solidariedade para doação de sangue ao policial militar que foi baleado no sábado durante operação na região de Auaris, município de Amajari.
O sargento Ranildo Brandão está precisando de doação de sangue do tipo B positivo. As coletas de sangue só poderão ser feitas nesta segunda-feira (1o), no Hemocentro de Roraima.
Segundo o major Arcanjo, comandante da Companhia Independente de Policiamento Ambiental (Cipa) da PM, a equipe médica informou que o estado dele é estável e que agora aguarda recuperação na Unidade Terapia Intensiva.
http://www.folhabv.com.br/novo/noticias/view/id/2672/titulo/20+garimpei…
As notícias aqui publicadas são pesquisadas diariamente em diferentes fontes e transcritas tal qual apresentadas em seu canal de origem. O Instituto Socioambiental não se responsabiliza pelas opiniões ou erros publicados nestes textos. Caso você encontre alguma inconsistência nas notícias, por favor, entre em contato diretamente com a fonte.