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UE pressiona americanos para aceitar iniciar acordo na COP-17

OESP, Vida, p. A29
01 de Dez de 2011

UE pressiona americanos para aceitar iniciar acordo na COP-17

Países que participam da 17.ª Conferência do Clima (COP-17), em Durban, pressionam os Estados Unidos a aceitar iniciar o roteiro para um acordo global com metas obrigatórias para todas as nações após 2020. A União Europeia criticou os americanos ontem, dizendo que o país tem de se engajar no diálogo para reduzir as emissões nos próximos dez anos. Se os EUA derem o sinal positivo, acredita-se que a maior emissora atual de CO2, a China, entre no barco.
Se a estratégia der certo, será assegurada a continuidade do Protocolo de Kyoto, mas com menos países que na primeira fase do compromisso, que vai de 2008 a 2012. O apelidado "Kyotinho" poderia ter o envolvimento de UE, Austrália e Nova Zelândia, por exemplo, mas países como Japão, Rússia e Canadá ficariam de fora.
Canadá. Com a imagem arranhada, o Canadá recebeu vários Prêmios "Fóssil do Dia", concedidos por ONGs, por não aceitar continuar em Kyoto. O chefe da delegação brasileira, embaixador André Corrêa do Lago, disse que a saída do país "não é um bom sinal". As ONGs também criticaram o Brasil por causa da proposta de alterar o Código Florestal. Elas afirmam em boletim que, enquanto o mundo tenta achar maneiras de reduzir emissões, o Brasil está em vias de dar ignição a uma verdadeira "bomba de carbono". Segundo o texto, a proposta comprometerá a meta nacional de reduzir entre 36% e 39% as emissões até 2020. / AFRA BALAZINA

OESP, 01/12/2011, Vida, p. A29

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