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Tupiniquins e guaranis demarcam as suas terras

Diário do Paraná (Curitiba - PR)
28 de jun de 1980

Em Espírito Santo, indígenas Tupiniquim e Guarani reiniciam o processo de demarcação de suas terras por conta própria, após o fim do prazo de uma semana acordado com a Polícia Federal e a Funai. Para intimidá-los, guardas florestais da empresa Aracruz Celulose fecham trechos da estrada que liga a área a municípios próximos, colocando a população não-indígena contra os índios e criando uma atmosfera de medo na região.
Em Minas Gerais, organizações da sociedade civil encaminham ao ministro do Interior um abaixo-assinado reivindicando que seja garantido aos indígenas Krenak a integridade de seu território, e não apenas a Fazenda Guarani, onde permaneceram por anos confinados. O documento é resultado de um seminário indigenista realizado em Belo Horizonte nos dias 2 e 3 de junho.
Em Brasília, a Funai informou que o ministro do Interior já solicitou recursos financeiros à Presidência da República para o reassentamento de posseiros e fazendeiros que vivem nas terras indígenas dos Xavante, conhecidas como Pimentel Barbosa e Parabubure, no Mato Grosso.

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