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Saneamento básico chegará a reservas extrativistas

Radiobrás-Brasília-DF
23 de set de 2004

As populações de reservas extrativistas, criadas pelo governo federal, terão saneamento básico para garantir a melhoria da qualidade de vida, evitando doenças como a diarréia, veriminose, conjuntivite e esquistossomose. Para isto foi assinado um termo de cooperação entre o Ibama - Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis e a Funasa - Fundação Nacional de Saúde, que vai liberar R$ 954,5 mil para a construção de sistemas de abastecimento de água em três dessas reservas na região da Amazônia.

O presidente do Ibama, Marcus Luís Barroso Barros, informou que o isolamento provocou o abandono dessas populações. "O resgate dessa população não se dá exclusivamente pela questão ambiental, mas principalmente pela recuperação da saúde e de prevenção da saúde", disse.

O presidente da Funasa, Valdi Camarcio Bezerra, assinou uma portaria conjunta com o Ibama e o Incra - Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária, instituindo Comitês Executivos nos Estados. Cada comitê terá a participação de dois representantes de cada um desses órgãos para acompanhar a execução das obras. "Nós queremos que os três estejam juntos, porque nessas áreas especiais em que nós trabalhamos, de assentamentos, de quilombolas, reservas extrativistas e populações ribeirinhas, sempre um tem relação com o outro", destacou.

As reservas extrativistas a serem beneficiadas com implantação de sistemas de abastecimento de água são as de Lago do Cuniã, em Rondônia, com R$ 505.750; Ouro Preto, também em Rondônia, com R$ 148,8 mil; e Rio Cajari, no Amapá, que vai receber R$ 100 mil para o sistema de água e mais R$ 200 mil para melhorias sanitárias domiciliares, o que inclui a construção de banheiros com vaso, pia e chuveiro
(-Radiobrás-Brasília-DF-23/09/04)

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