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Queimadas na Amazônia preocupam governo, organismos financiadores e ongs

Viaecológica-Brasília-DF
17 de set de 2004

A grande quantidade de queimadas - concentradas nos estados do Centro-Oeste, com ameaça de aumento dos focos na Amazônia nos meses seguintes - preocupa o governo e organismos financiadores de meio ambiente no país. Nesta sexta-feira (17), no Ministério do Meio Ambiente, haverá uma oficina de avaliação do Projeto de Apoio ao Monitoramento e Análise (AMA), das 9h às 17h30. É uma reunião de trabalho com apresentação e debate sobre os resultados do programa. Será apresentado o estudo "Análise de Experiências Inovadoras de Prevenção e Controle de Queimadas na Amazônia Brasileira", realizado por uma equipe de consultores e analisa os impactos e aprendizados de cinco iniciativas pioneiras na área de prevenção e controle do fogo e incêndios florestais na Amazônia. O projeto AMA é parte do Programa Piloto para a Proteção das Florestas Tropicais do Brasil (PPG-7) e conta com apoio da Cooperação Técnica Alemã (GTZ). Durante o evento, segundo o MMA, serão discutidas as contribuições de experiências inovadoras de prevenção e controle de queimadas para iniciativas estratégicas de políticas públicas, como o Plano de Ação para a Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal, elaborado por um Grupo de Trabalho Interministerial coordenado pela Casa Civil da Presidência da República. O encontro é apenas para convidados. As experiências analisadas são o Projeto de Mobilização e Capacitação em Prevenção e Combate a Incêndios Florestais na Amazônia (PROTEGER), coordenado pela rede de organizações não-governamentais Grupo de Trabalho Amazônico (GTA); Projeto Reviver, executado pela Associação dos Trabalhadores Rurais do Vale do Corda (ATRVC); Projeto Fogo: Emergência Crônica, coordenado pela Amigos da Terra; Projeto Fogo: Amazônia Encontrando Soluções, coordenado pelo Instituto Centro de Vida (ICV); e o Projeto Roça Sem Queimar, realizado pela Fundação Viver, Produzir e Preservar (FVPP). A questão é substituir o fogo em sua função econômica, na opinião de ambientalistas com experiência na área. (Veja também www.mma.gov.br, www.ibama.gov.br, www.gta.org.br, www.fboms.org.br, www.inpe.gov.br, www.proteger.org.br).

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