VOLTAR

Projeto de arqueologia da UnB revela presença milenar de povos indígenas no DF

Correio Braziliense - www.correiobraziliense.com.br
Autor: João Pedro Zamora
20 de Abr de 2026

A presença humana no DF começou bem antes de Brasília ser inaugurada. Luis Cayón, professor do Departamento de Antropologia da Universidade de Brasília (UnB), investiga vestígios arqueológicos que revelam a presença de povos indígenas no DF e no Entorno por meio do projeto Arqueologia e História Indígena no Brasil Central (Phibra), o qual é coordenador.

Siga o canal do Correio Braziliense no WhatsApp e receba as principais notícias do dia no seu celular.

A iniciativa, apoiada pelo Fundo de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal, realiza visitação e estudo de sítios arqueológicos com objetivo de comprovar a ocupação humana da região há milhares de anos e quebrar a narrativa de que a área naõ era habitada. "A narrativa histórica oficial ainda negligencia a profundidade temporal e a complexidade das ocupações indígenas, reforçando a ideia de um território vazio que deveria ser colonizado", explica Cayón.

Fique por dentro das notícias que importam para você!

Leia também: Corredora celebra paixão pelo esporte no terceiro dia da Maratona Brasília

Para a realização dos estudos, a equipe do Phibra emprega análises genéticas, geoquímicas e estudos de solo, além da investigação de pinturas rupestres, registros que podem indicar padrões relacionados à passagem do tempo, como possíveis calendários solares.

O projeto ganha ainda mais importância por seu papel de levar e conectar os estudantes ao campo de estudo e produção científica, o que o confere um caráter formativo e social.

Estudante de Jornalismo na Universidade de Brasília (UnB) e fascinado pelo mundo. Estagia na equipe de Cidades

https://www.correiobraziliense.com.br/cidades-df/2026/04/7401846-projet…

As notícias aqui publicadas são pesquisadas diariamente em diferentes fontes e transcritas tal qual apresentadas em seu canal de origem. O Instituto Socioambiental não se responsabiliza pelas opiniões ou erros publicados nestes textos. Caso você encontre alguma inconsistência nas notícias, por favor, entre em contato diretamente com a fonte.