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Pressa, Espera

O Liberal
03 de dez de 1996

De acordo com o Termo de Compromisso firmado entre a Funai e a Pará Pigmentos S/A, empresa encarregada pelo projeto de exploração do caulim, os índios Tembé da reserva Turé-Mariquita ganham da empresa, como compensação pela passagem de um mineroduto pela reserva, 500 hectares de terra. Segundo o artigo, sabendo que as terras seriam destinadas aos índios, um fazendeiro se instalou na região para explorar o que restava de madeira da área e formar pasto, mas os funcionários da Funai chegaram em tempo de impedí-lo, aparentemente. Já os Tembé da reserva do Alto Rio Guamá, que convivem com 1.200 famílias que invadiram suas terras, receberam a notíca de que o Incra irá reassentar apenas duzentas delas, que começarão a ser retiradas. O reassentamento das outras 1.000 famílias está previsto apenas para daqui dois anos.

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