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Parceria com Lacen ajuda no controle do H1N1 em RO

Funasa - http://www.funasa.gov.br/internet/Web%20Funasa/not/not2009/not1037.html
04 de Dez de 2009

Com o intuito de buscar mais apoio para agilizar o envio das amostras de laboratório para descartar ou confirmara circulação do virus H1N1 na região de Guajará Mirim (Rondônia) e Humaitá (Amazonas), representantes do Departamento de Saúde Indígena (Desai) e do Distrito Sanitário Especial Indígena (Dsei) Porto Velho, visitaram nesta sexta-feira (04) a diretora-geral do Laboratório Central (Lacen), Janice Vacaro.

A realização dos testes faz parte do protocolo estabelecido para a vigilância da epidemia da doença, que recomenda a identificação do tipo do vírus em caso de surtos de Síndrome Gripal Aguda e Doença Respiratória Aguda Grave.

A Funasa está providenciando o envio imediato das amostras para o laboratório de referência nacional em São Paulo, Adolfo Lutz. Segundo a chefe do Dsei Porto Velho, Lindalva Queiroz, a parceria com ao Lacen e Agência de Vigilância em Saúde do Estado de Rondônia é uma iniciativa que deverá fortalecer as ações integradas de controle da epidemia.

O coordenador-geral de Atenção à Saúde Indigena da Funasa, Flávio Nunes, informou que essa estratégia de preparação dos Dsei e Polos-Base para identificação dos surtos e identificação precoce dos casos com indicação de tratamento com o Tamiflu, tem sido responsáveis pelo reduzido número de óbitos entre indígenas, quando comparado com o número de ocorrências na população não indígena.

Na segunda-feira (07), o Dsei Porto Velho deverá deslocar uma Equipe Multidisciplinar de Saúde Indígena (EMSI) composta por profissionais treinados pelo Desai e SVS para intensificar a vigilância epidemiológica e as ações de prevenção e controle da epidemia na região de Humaitá, no sul do estado do Amazonas.

Todas as medidas de preparação para a epidemia estabelecidas no protocolo do Ministério da Saúde estão sendo implementadas no Dsei Porto Velho como uma prioridade para atender aos indígenas doentes nas primeiras horas após o início dos sintomas, reduzindo, assim, o risco de óbito.

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