O Globo, Ciência, p. 25
21 de Dez de 2009
Para China e EUA, COP-15 foi 'positiva'
No dia seguinte ao fim da COP15, a conferência recebeu definições opostas entre alguns de seus participantes. China e EUA, os dois maiores emissores de gases-estufa, consideraram o encontro "positivo". Cuba e Bolívia, por outro lado, estão entre as nações que criticaram a falta de resoluções concretas.
Assessor da Presidência dos EUA, David Axelrod definiu o acordo firmado na capital dinamarquesa como "um grande passo à frente". Segundo ele, a conferência só não teria cumprido seu papel "se tivesse havido um colapso nas negociações".
A chanceler alemã Angela Merkel também preocupou-se em desfazer o clima de frustração.
Em entrevista ao jornal "Bild am Sonntag", ela julgou a COP-15 como "o primeiro passo em direção a uma nova ordem climática mundial - não mais, embora não menos do que isso".
Em nota divulgada ontem, Yang Jiechi, ministro das Relações Exteriores da China, classificou os resultados da COP15 como "significativos e positivos", por darem respaldo a um princípio do Protocolo de Kioto, segundo o qual todas as nações têm responsabilidades "comuns mas diferenciadas".
Já o boliviano Evo Morales convocou para uma "mobilização contra o fracasso" da COP15, anunciando que organizaria um encontro alternativo. E o exlíder cubano Fidel Castro dedicou sua coluna "Reflexões" a Copenhague, acusando o encontro de não ter sido democrático e definindo o discurso do presidente dos EUA Barack Obama como "enganador.
Para China e EUA, COP-15 foi 'positiva'
No dia seguinte ao fim da COP15, a conferência recebeu definições opostas entre alguns de seus participantes. China e EUA, os dois maiores emissores de gases-estufa, consideraram o encontro "positivo". Cuba e Bolívia, por outro lado, estão entre as nações que criticaram a falta de resoluções concretas.
Assessor da Presidência dos EUA, David Axelrod definiu o acordo firmado na capital dinamarquesa como "um grande passo à frente". Segundo ele, a conferência só não teria cumprido seu papel "se tivesse havido um colapso nas negociações".
A chanceler alemã Angela Merkel também preocupou-se em desfazer o clima de frustração.
Em entrevista ao jornal "Bild am Sonntag", ela julgou a COP-15 como "o primeiro passo em direção a uma nova ordem climática mundial - não mais, embora não menos do que isso".
Em nota divulgada ontem, Yang Jiechi, ministro das Relações Exteriores da China, classificou os resultados da COP15 como "significativos e positivos", por darem respaldo a um princípio do Protocolo de Kioto, segundo o qual todas as nações têm responsabilidades "comuns mas diferenciadas".
Já o boliviano Evo Morales convocou para uma "mobilização contra o fracasso" da COP15, anunciando que organizaria um encontro alternativo. E o exlíder cubano Fidel Castro dedicou sua coluna "Reflexões" a Copenhague, acusando o encontro de não ter sido democrático e definindo o discurso do presidente dos EUA Barack Obama como "enganador.
O Globo, 21/12/2009, Ciência, p. 25
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