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28 de Jan de 2015
A mortandade de peixes na faixa de areia das praias da Região não se restringe a São Vicente. Nesta quarta-feira (28), leitores procuraram a Reportagem para relatar que o problema vem ocorrendo em outras localidades da Baixada Santista.
Segundo relatos, Itanhaém e Praia Grande estavam com um número de animais mortos acima da média no começo da manhã de hoje. Do mesmo modo, frequentadores do Itararé, em São Vicente, destacaram que a presença de peixes mortos também aconteceu na praia no domingo, segunda e terça-feira.
Apesar das constatações, a Agência Ambiental de Santos, da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que "tomou ciência da mortandade de peixes pela reportagem veiculada no Jornal A Tribuna". Segundo o órgão, não existe, até o momento, qualquer informação oficial sobre o caso.
Além disso, até a tarde desta quarta-feira, nenhuma cidade havia procurado a agência ambiental para falar sobre o assunto - quando questionada, a Prefeitura de São Vicente havia prometido enviar um ofício à Cetesb relatando o problema.
Enquanto isso, a Área de Proteção Ambiental APA Marinha Litoral Centro (Apamlc), divulgou nota à população com o intuito de prestar esclarecimentos a problemas do tipo. A nota relaciona o aparecimento de peixes mortos ao descarte de peixes pequenos feitos por pescadores que utilizam redes de arrasto.
A impressão inicial de atribuir a mortandade às redes de arrasto é compartilhada pela Cetesb "Muito provavelmente, em face do tamanho das espécies, deve se tratar de pesca de arrasto", afirmou a agência ambiental, destacando que a fiscalização da modalidade é feita pela Polícia Ambiental.
Ainda conforme a Cetesb, quando frequentadores das praias da Região se depararem com animais mortos, o procedimento natural é notificar a secretaria municipal de Meio Ambiente, que deve proceder a retirada dos peixes e limpeza das praias.
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