VOLTAR

Missao internacional visita semi-arido pernambucano

GM, Meio Ambiente, p.A9
12 de ago de 2004

Missão internacional visita semi-árido pernambucano
Uma missão de representantes do Fundo Internacional para o Desenvolvimento da Agricultura (Fida) acompanha, em Pernambuco, as ações de implantação do Projeto Sertão, uma estratégia de combate à desertificação no semi-árido nordestino. O trabalho, uma das ações do Projeto Dom Helder Câmara, foi incluído no Plano Nacional de Combate à Desertificação (PAN).
O Projeto Sertão, que tem como objetivo minimizar as causas e os impactos negativos da degradação de terras sobre a integridade dos ecossistemas do bioma caatinga no semi-árido do Nordeste, conta com recursos estimados em US$ 15 milhões, distribuídos em US$ 6 milhões oriundos do Global Environment Facility (GEF, órgão das Nações Unidas), US$ 4 milhões do Fundo Internacional para o Desenvolvimento da Agricultura (Fida) e US$ 4,3 milhões do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA). A primeira liberação foi de R$ 300 mil, para elaboração do projeto.
Em julho último, o projeto foi recomendado pelo governo federal, por meio da Secretaria de Assuntos Internacionais do Ministério do Planejamento, para receber o financiamento do GEF. Caberá ao Fida fazer o encaminhamento formal do plano ao GEF.
Desenvolvimento
Na prática, o Projeto Sertão vai incorporar as ações de combate à pobreza no meio rural, os processos de desenvolvimento territorial e os arranjos institucionais já existentes no âmbito do Projeto Dom Helder Camara, para implementar estratégias de luta contra a degradação das terras e de prevenção e recuperação das áreas degradadas nos estados ameaçados pelo processo de desertificação.
A missão do Fida, composta por consultores, também conta com a presença de Jean Jacques Gariglo, gerente da divisão para assuntos da América Latina. Há três anos, Gariglo vai ao Nordeste em visitas formais de trabalho e de averiguação de projetos desenvolvidos em áreas do semi-árido - incluindo as terras ocupadas por colonos e desapropriadas pelo Incra - e entre os estados de Sergipe e Ceará.
GM, 12/08/2004, p. A9

As notícias aqui publicadas são pesquisadas diariamente em diferentes fontes e transcritas tal qual apresentadas em seu canal de origem. O Instituto Socioambiental não se responsabiliza pelas opiniões ou erros publicados nestes textos. Caso você encontre alguma inconsistência nas notícias, por favor, entre em contato diretamente com a fonte.