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Marginalizados e sem terra, Terena se organizam

Porantim (Brasília-DF)
31 de mai de 1985

A marginalização gerada pela falta de terra em que se encontram os Terena, que estão espalhados por aldeamentos no Mato Grosso do Sul e São Paulo, criou uma rotina de prisões; espancamentos; alcoolismo; prostituição; roubo de crianças além de trabalho em condições sub-humanas nas fazendas vizinhas às comunidades indígenas. Apesar de suas terras terem sido demarcadas por Rondon como recompensa pelos serviços prestados na construção da linha telegráfica, há fazendeiros invasores que não respeitam os limites demarcados. Contudo, os Terena reagem, tentam se organizar e combater os males que os atacam, lutam para reaver suas terras e para influenciar na vida política.

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