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11 de Ago de 2011
O líder do governo na Assembleia Legislativa do Acre, Moisés Diniz (PCdoB), afirmou nesta quarta-feira (10), que a resolução do Tribunal Regional Federal (TRF) de impedir as queimadas em 17 municípios do Estado vai resultar em fome para os pequenos produtores rurais. O parlamentar disse ainda que se os trabalhadores se rebelarem contra a decisão, fechando rodovias ou invadindo prédios públicos, ele estará ao lado dos manifestantes.
Pela regra estabelecida pelo TRF, cuja determinação atendeu pedido dos procuradores dos ministérios públicos estadual e federal, em apenas cinco municípios do Juruá (Cruzeiro do Sul, Mâncio Lima, Rodrigues Alves, Marechal Thaumaturgo e Porto Walter) estão permitidas as derrubadas e as queimadas. Nos demais, as queimadas foram proibidas.
O argumento dos procuradores é que nas cinco localidades citadas o nível de preservação seria maior que nas outras 17. Diniz contesta o argumento com base em parecer técnico do Instituto de Meio Ambiente do Acre (Imac), segundo o qual Tarauacá, Feijó, Jordão e Santa Rosa do Purus deveriam fazer parte da lista do TRF.
Segundo o comunista, porém, a questão é mais complexa. "Sabe-se que a iniciativa dos procuradores visa a substituição do uso do fogo pela mecanização agrícola, mas o Estado não tem como oferecer esse serviço aos milhares de produtores rurais acreanos", disse.
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