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Karitianas fazem incesto na luta contra extinção

A Crítica (Manaus - AM)
05 de set de 1996

A notícia menciona a forte atuação política dos karitiana no Estado e retoma a história do grupo enfatizando suas estratégias de afirmação da identidade. Nos anos 60, contando com uma população muito pequena, os karitiana passaram a aceitar casamentos interétnicos e práticas matrimoniais consideradas incestuosas, incorporadas pelo antigo chefe Antônio Moraes. Tais práticas possibilitaram à aldeia contar atualmente com cerca de 200 pessoas, 95% delas descendentes do cacique Antônio Moraes. A ressalva do antropólogo Carlos rederico Lúcio é de que tais práticas eram aceitas por estarem inseridas num entendimento mítico.

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