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Autor: Nonato Souza
19 de Jun de 2012
O indígena Ramires Souza Simão, 23, foi preso no final de semana acusado de estuprar uma mulher de 25 anos, mãe de dois filhos. O crime aconteceu na sede do Município de Normandia, a três quadras da Delegacia de Polícia Civil local, sendo que a vítima foi obrigada a se manter em silêncio sob ameaça de morte junto com os filhos enquanto era abusada, segundo informou o delegado Paulo André.
De acordo com a denúncia da vítima feita na polícia, passava das 4h quando o acusado bateu na porta da sua casa e pensando que fosse seu marido, que tinha saído minutos antes, ela abriu a porta e foi surpreendida por Ramires, conhecido seu por se tratar de ex-namorado de uma amiga. Ele pediu um copo d'água e depois tentou agarrá-la. T.E. correu na direção da cozinha da casa, mas o indígena foi atrás e a agarrou.
Depois, ele a puxou para fora e seguiu com ela até o terreno próximo da casa, onde a estuprou embaixo de uma árvore. Para evitar que a vítima gritasse e chamasse a atenção dos vizinhos, Ramires ameaçou matar ela e os filhos, também fez ameaças se ela contasse para alguém o que tinha acontecido. Depois de saciar seu desejo, ele abandonou a vítima no local e foi para sua casa, onde seus dois filhos pequenos dormiam. Quando o marido voltou, ela contou o que tinha acontecido e depois fez a denúncia na delegacia.
Em seguida, o agente de plantão pediu apoio da guarnição policial da Polícia Militar e por volta das 7h prenderam Ramires em casa dormindo, como se nada estivesse acontecido. O indígena foi conduzido para a delegacia e ao ser interrogado pelo delegado Paulo André confessou que manteve relação sexual com a vítima, mas negou que tivesse sido à força, alegou que foi com o consentimento da vítima. Já a mulher sustentou a acusação e foi encaminhada a Boa Vista para fazer exame de conjunção carnal no Instituto de Medicina Legal (IML).
Ramires por sua vez também foi trazido a Boa Vista ainda no domingo à noite ao final do procedimento policial e depois de passar por exames de integridade física no IML foi entregue na Penitenciária Agrícola de Monte Cristo, onde deve ficar à disposição da justiça.
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