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Incra libera R$ 12,6 milhões para habitação no Alto Solimões

Incra - www.incra.gov.br
26 de Jul de 2010

Recursos da ordem de R$ 12,6 milhões serão investidos pela superintendência regional do Incra no Amazonas em Crédito Habitação beneficiando cinco assentamentos da reforma agrária em quatro municípios da calha do Alto Solimões.

Na última sexta-feira (23) a comissão formada pelo chefe de Divisão de Administração do Incra/AM, Omar Oliveira, o chefe da Unidade Avançada do Incra no Alto Solimões, Jurimar da Silva Maia, além de representantes da Associação dos Moradores e Produtores Rurais da Comunidade São José do Projeto Agroextrativista Ilha do Aramaça e do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Tabatinga se reuniu no auditório da Câmara Municipal de Tabatinga para definir as empresas vencedoras para a construção das casas nos assentamentos. As habitações deverão ficar prontas no prazo de um ano, a contar da assinatura dos contratos, o que ocorrerá nos próximos dias.

Pela cotação de menor preço, quatro empresas ganharam à tomada de preço e terão a responsabilidade de construir as 843 casas, com o valor unitário de R$ 15 mil. Cada casa terá 46 metros quadrados de área construída, varanda, sala, dois quartos, cozinha, banheiro interno, fossa ecológica, cobertura de telha, kit pró-chuva e janelas teladas para prevenir contra o mosquito da malária.

No Projeto Agroextrativista Ilha do Aramaça, no município de Benjamim Constant, serão construídas 147 casas, no valor de R$ 2,2 milhões, sob a responsabilidade da empresa Aguiar e Silva. Já no Projeto Casulo (PCA), no município de São Paulo de Olivença o investimento será da ordem de R$ 1,89 milhões e a construção das 126 casas nesse assentamento ficou a cargo da Construtora Medina. No Projeto Agroextrativista Guarani, no município de Amaturá, 166 casas serão construídas pela empresa Construamazon, no valor de R$ 2,49 milhões. Por fim, no Projeto Agroflorestal Rio Iça, no município de Santo Antonio do Iça, serão construídas 83 casas, com investimentos de R$ 1,24 milhões, e outras 321 unidades residências no Projeto Agro-extrativista Vila Alterosa, no mesmo município, no valor de R$ 4,81 milhões, tudo sob a responsabilidade da empresa ECCAM Empreendimentos.

Todas as empresas cumpriram as cláusulas constantes no Edital, que especifica que as casas terão que ser obrigatoriamente construídas dentro das exigências contidas no documento. Entre as exigências está a obrigatoriedade da certificação da madeira, que deverá ser originária de Projeto de Manejo, com o Certificado de Origem Florestal e demais exigências das leis ambientais.

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