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ICMBio pode tornar-se uma das maiores instituições de pesquisa do mundo

ICMBio - www.icmbio.gov.br
17 de Ago de 2010

Ao abrir o II Seminário de Pesquisa e Iniciação Científica do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, o presidente do ICMBio, Rômulo Mello, destacou a importância de uma articulação institucional com as autarquias, dentre as quais o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - CNPq, e ressaltou que a expectativa é que o Instituto se transforme, em pouco tempo, em uma das maiores instituições de pesquisa do mundo. Segundo Rômulo, isso será possível "não por que teremos a maior quantidade de recursos ou a maior quantidade de pesquisadores, mas por que ofereceremos à academia - e vários dos nossos colegas fazem parte da academia - os hoje 78 milhões de hectares de áreas protegidas que servem à conservação".

Iniciado nesta terça-feira, 17, no auditório da sede, em Brasília, e tem como tema Biodiversidade e Economia.

De acordo com o presidente do ICMBio, o processo de desenvolvimento do conhecimento é essencial em todos os processos de gestão. Ele exemplificou que na gestão das unidades de conservação a ferramenta básica é o Plano de Manejo, comprometendo-se a incentivar cada vez mais que as UCs federais concedam condições necessárias para que o pesquisador desenvolva o conhecimento.

O diretor de Conservação da Biodiversidade do ICMBio, Marcelo Marcelino de Oliveira, anunciou que haverá apresentação de 70 projetos durante os três dias de evento, dos quais além dos projetos PIBIC, cerca de 20 trazem os primeiros resultados de projetos aprovados em 2010.

Marcelino destacou que a Diretoria de Conservação da Biodiversidade - Dibio já lançou a Chamada Interna de Projetos para selecionar propostas para apoio financeiro a projetos desenvolvidos, durante o próximo ano, pelos centros especializados e pelas unidades de conservação federais.

Representando o Ministério do Meio Ambiente, o diretor de Conservação da Biodiversidade, Bráulio Dias, destacou que o ICMBio tem papel fundamental na promoção da conservação da biodiversidade dentro e fora das UCs. "É uma responsabilidade imensa. E nós precisamos promover um grande avanço na capacidade e nas ferramentas do Instituto e o MMA tem todo o interesse em continuar apoiando".

Também participaram da mesa de abertura o diretor de Unidades de Conservação e Proteção Integral (Direp), Ricardo Soavinski, e o diretor-substituto da Diretoria de Planejamento, Administração e Logística (Diplan), Gustavo Rodrigues.

Palestras e Mesas Redondas
Após a abertura, o diretor do MMA, Bráulio Dias, proferiu palestra sobre os desafios e as oportunidades da pesquisa sobre biodiversidade. Ele noticiou que o CNPq vai lançar nos próximos dias um edital para sistema em pesquisa em universidade a nível nacional, com recursos próprios, além de recursos da Capes, do MMA, e da maioria das fundações estaduais de apoio à pesquisa. "Serão mais de R$ 40 milhões para apoiar pesquisas, incluindo várias modalidades", adiantou.

A última palestra da manhã foi A Rede de Cooperação em Ciência e Tecnologia para a Conservação e o Uso Sustentável do Cerrado - ComCerrado, da professora da UnB, Mercedes Bustamante.

Ainda no primeiro dia de evento houve apresentação dos trabalhos dos bolsistas PIBIC/ICMBio e a primeira mesa redonda, com o tema Estudos de longo prazo sobre a biodiversidade brasileira e interação com gestão da biodiversidade - experiências do ICMBio.

Confira a programação: http://www.icmbio.gov.br/noticias/icmbio-promove-ii-seminario-de-pesqui….

http://www.icmbio.gov.br/noticias/icmbio-pode-tornar-se-uma-das-maiores…

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