Valor Econômico, Empresas, p. B6
06 de Set de 2013
Grupo paranaense opta por ficar de fora dos leilões
Por De São Paulo
A JMalucelli Energia não deve participar dos leilões de energia nova deste ano. Segundo o presidente da companhia, João Marcos Prosdocimo Moro, a empresa possui em estudo projetos de geração energia eólica, que somam 360 megawatts (MW) de capacidade instalada, além de pequenas centrais hidrelétricas (PCHs), que agregariam uma potência instalada de 120 MW. Mas a ideia é tirá-los do papel a partir de 2014.
A empresa é um braço do grupo paranaense JMalucelli, que possui diversos negócios, como banco, seguradora e construtora. O grupo detém 59,2% do capital da JMalucelli Energia. Seu sócio na companhia é o Fundo de Investimento do FGTS (FI-FGTS), que possui uma participação de 40,8%.
De acordo com informações fornecidas pela empresa, a JMalucelli Energia existe há dez anos e mantém em seu portfólio ativos com uma potência instalada de 1 mil MW, considerando tanto aqueles que já estão em operação como os que estão em construção, incluindo PCHs, termelétricas, hidrelétricas e parques eólicos. A empresa também opera uma linha de transmissão de energia de 375 quilômetros e possui uma pequena participação acionária na hidrelétrica de Belo Monte, de 0,25%.
Segundo Moro, o grupo não tem planos de vender ativos ou participações no setor de energia. A decisão de colocar à venda a térmica em Ribeirão Preto (SP) é um caso à parte, afirma.
Neste ano, o governo realizou dois leilões, para projetos que ficarão prontos em dois anos e cinco anos. E estão marcados mais dois até o fim do ano, em novembro (para entrega em três anos) e em dezembro (para cinco anos). (CF)
Valor Econômico, 06/09/2013, Empresas, p. B6
http://www.valor.com.br/empresas/3261094/grupo-paranaense-opta-por-fica…
As notícias aqui publicadas são pesquisadas diariamente em diferentes fontes e transcritas tal qual apresentadas em seu canal de origem. O Instituto Socioambiental não se responsabiliza pelas opiniões ou erros publicados nestes textos. Caso você encontre alguma inconsistência nas notícias, por favor, entre em contato diretamente com a fonte.