G1 - http://g1.globo.com/
12 de Jul de 2017
Período proibitivo no estado vai de 15 de julho a 15 de setembro. MT lidera o ranking dos estados com o maior número de focos, segundo o Inpe.
O governo de Mato Grosso deve usar quase R$ 3 milhões no combate às queimadas durante o o período proibitivo em 2017, que começa no próximo sábado (15) e se estende até 15 de setembro. De acordo com o governo, o período ainda pode ser prorrogado por causa das condições climáticas. Em 2016 e 2015 a proibição seguiu até outubro.
O prazo de proibição de queimadas é decretado todos os anos no estado porque no mês de julho começam a aumentar os focos de calor. A tendência é que se agravem em agosto e setembro por causa da estiagem, colocando em risco a saúde e a segurança da população.
O valor investido este ano, segundo a Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema-MT) é sete vezes maior que o montante gasto em 2014, que foi de R$ 428 mil.
O dinheiro deve ser investido, por exemplo, com equipes brigadistas. Em 2017, o estado passa a contar com 15 equipes. No ano passado, seis equipes atuaram em todo o estado.
"Tudo isso para tentarmos tirar a desvantagem que o estado tem no combate ao incêndio florestal", afirmou o secretário de Meio Ambiente, Carlos Fávaro.
De janeiro a junho deste ano, Mato Grosso lidera o ranking de focos de incêndio no país, segundo levantamento do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Ao todo, até o dia 30 de junho foram registrados 5,1 mil focos em municípios do estado. Tocantins, o segundo colocado na lista, registrou 2,3 mil focos no mesmo período.
Focos de incêndio
Na lista dos 10 municípios brasileiros com mais focos acumulados nos últimos cinco anos, metade é de Mato Grosso.
De acordo com o levantamento, os municípios de Nova Maringá (274 focos) , Feliz Natal (237 focos), Nova Ubiratã (215 focos), Tangará da Serra (193 focos) e União do Sul (149 focos), tiveram um dos maiores índices registrados pelos satélites entre os anos de 2013 e 2017.
No Brasil, ainda no ranking aparecem os estados do Maranhão com 1,4 mil focos; Pará com 1,1 mil focos e Mato Grosso do Sul com 1 mil focos.
http://g1.globo.com/mato-grosso/noticia/governo-de-mt-deve-usar-quase-r…
As notícias aqui publicadas são pesquisadas diariamente em diferentes fontes e transcritas tal qual apresentadas em seu canal de origem. O Instituto Socioambiental não se responsabiliza pelas opiniões ou erros publicados nestes textos. Caso você encontre alguma inconsistência nas notícias, por favor, entre em contato diretamente com a fonte.