VOLTAR

Governo cria três novas florestas

A Tribuna-Rio Branco-AC
Autor: Charlene Carvalho
11 de mai de 2004

O governo do Acre criou, em março, três florestas estaduais para garantir sua conservação e uso sustentável dos recursos naturais "por meio de sua utilização racional" e também para servir como área de pesquisa científica.

Trata-se das florestas estaduais do Rio Liberdade, abrangendo terras do município de Tarauacá, floresta estadual do Mogno, e do Rio Gregório, também em Tarauacá. Os decretos foram assinados pelo governador Jorge Viana.

Ontem, foram publicados no Diário Oficial os três decretos de criação das florestas. Neles, o governo assegura a permanência das populações tradicionais que habitam nas regiões demarcadas e declara as terras e benfeitorias particulares nelas localizadas, declaradas de interesse social para fins de desapropriação.

Caberá à Secretaria de Florestas, a gestão e administração das áreas. À secretaria também caberá a implantação dessas áreas. O Acre passa a ter agora quatro áreas de floresta estadual - a primeira é do Antimary.

A exemplo do Antimary, dessas novas áreas localizadas no Vale do Tarauacá-Feijó, serão realizados estudos técnicos para exploração de produtos madeireiros e não madeireiros.O inventário florestal também deve ser feito para se detectar as espécies mais comuns.

Todas as três áreas dão acesso à BR-364 em fase de asfaltamento, o que facilitará o escoamento das futuras produções a serem feitas em parceria de empresas privadas com o governo do Estado e a população tradicional.

As novas florestas em Hectares *

Floresta Estadual: do Rio Liberdade 126,3 mil hectares, aproximadamente
Floresta Estadual: do Mogno 143,8 mil hectares, aproximadamente
Floresta Estadual: do Rio Gregório 216 mil hectares, aproximadamente

* Os números são do Iteracre, Instituto de Terras do Acre
(Charlene Carvalho-A Tribuna-Rio Branco-AC-11/05/04)

As notícias aqui publicadas são pesquisadas diariamente em diferentes fontes e transcritas tal qual apresentadas em seu canal de origem. O Instituto Socioambiental não se responsabiliza pelas opiniões ou erros publicados nestes textos. Caso você encontre alguma inconsistência nas notícias, por favor, entre em contato diretamente com a fonte.