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12 de Out de 2011
No último dia para a inserção dos planos de trabalho das entidades selecionadas a celebrar convênios com a saúde indígena, gestores dos 34 Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEIs) receberam ontem (11) instruções da Secretaria Especial de Saúde Indígena (SESAI) para concluir a transição das ações de atenção à saúde indígena, que tem como data limite o dia 31 de dezembro de 2011.
Para o Diretor do Departamento de Gestão na Saúde Indígena (DGESI), Fernando Rocha, os chefes do distrito devem ter plena consciência das ações necessárias no último trimestre do ano para concluir o processo de transição da saúde indígena. "Temos contratos para subrrogar, licitações para fazer, transição de patrimônio, inventário, enfim, são várias ações importantes que temos que fazer com urgência", destacou o diretor.
Entre as medidas para auxiliar os distritos no processo, Rocha anunciou a realização de oficinas técnicas com técnicos de orçamento e de logística dos distritos, para que os profissionais saibam como proceder no relatório de gestão do final do ano, além de serem capacitados para trabalhar com novos sistemas de informação que serão usados na saúde indígena, como o Sistema de Informações de Recursos Humanos (SIRH).
Sistemas de Informação
Uma mudança significativa na saúde indígena será na forma de monitorar os indicadores de saúde. Rocha disse que os sistemas atuais não dialogam com os outros, e que por isso, é necessário adaptar o sistema existente (Sistema de Informações da Atenção a Saúde Indígena - Siasi) para que ele funcione dentro da lógica do Datasus, sistema de informações utilizado pelo Ministério da Saúde.
Para o Coordenador de Monitoramento e Avaliação da Sesai, Antônio Fernandes Costa, a mudança é fundamental para o futuro da saúde indígena do país. "Não podemos discutir saúde sem os indicadores. O Siasi tem que ser uma ferramenta dedicada totalmente ao departamento de atenção à saúde".
Outra inovação será a utilização do Q-Ware, sistema informático que permite a transferência de dados de forma criptografada em redes. Na prática, o sistema dará mais agilidade e seguranças para a transferência das informações sobre a saúde indígena dos polos base para os distritos, e subsequentemente, para o nível central da Sesai em Brasília. O sistema deve entrar em funcionamento em 2012.
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