VOLTAR

Garimpos ilegais são encontrados pela PF dentro de terras indígenas em RO

G1 - https://g1.globo.com/
Autor: Por G1 RO
18 de jul de 2020

Acampamentos e equipamentos utilizados no garimpo ilegal foram destruídos, segundo a PF. Ação buscava a repressão e prevenção da extração ilegal de diamantes em áreas de preservação

Pontos de garimpo ilegal foram localizados dentro das terras indígenas 7 de Setembro e Roosevelt em Rondônia durante ações realizadas pela Polícia Federal nas últimas quinta-feira (16) e sexta-feira (17). Os trabalhos tiveram como objetivo a repressão e prevenção da extração ilegal de diamantes em áreas de preservação, além da preservação da saúde dos povos indígenas, impedindo que o novo coronavírus seja levado pelos invasores às aldeias.

Segundo a Polícia Federal, os agentes entraram na terra 7 de Setembro, localizada nos municípios de Cacoal (RO) e Espigão d'Oeste (RO) no dia 16 de julho. No local, encontraram pontos de garimpo ilegal, com vasta destruição ambiental, e oito acampamentos. Todo o material foi destruído.

No dia seguinte, a ação aconteceu na TI Roosevelt, em Espigão d'Oeste, onde foi encontrada uma grande estrutura de garimpo ilegal, com dois caminhões, um trator de esteira, duas pás-carregadeiras, três motosserras, uma central de internet via satélite e dois acampamentos, além de duas espingardas. Tudo foi inutilizado no local.

De acordo com o a PF, os suspeitos teriam fugido para a mata quando perceberam a aproximação da polícia e não foram localizados.

A operação foi realizada com a participação da PF e de servidores do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), que lavraram as autuações.

https://g1.globo.com/ro/rondonia/natureza/amazonia/noticia/2020/07/18/g…

As notícias aqui publicadas são pesquisadas diariamente em diferentes fontes e transcritas tal qual apresentadas em seu canal de origem. O Instituto Socioambiental não se responsabiliza pelas opiniões ou erros publicados nestes textos. Caso você encontre alguma inconsistência nas notícias, por favor, entre em contato diretamente com a fonte.