Funasa
27 de Mar de 2008
Oferecer água de boa qualidade às comunidades indígenas é um dos objetivos principais da Funasa. Pensando nisso, o farmacêutico-bioquímico Marinaldo da Silva Valente, juntamente com profissionais da engenharia, vem trabalhando, desde 2005, no desenvolvimento de um clorador simplificado para pequenos sistemas de abastecimento de água em aldeias. O equipamento, que já está na terceira versão e continua sendo aperfeiçoado, é de fácil montagem, fácil manuseio e tem baixos custos.
A demanda pelo equipamento surgiu da necessidade de adequação de um sistema às condições das aldeias. O clorador simplificado não precisa de energia elétrica para funcionar, sendo mais uma vantagem do equipamento que proporciona a dosagem ideal de cloro na água. Já existem, aproximadamente, 40 unidades do clorador em uso em aldeias da região do Médio Rio Solimões, no Amazonas.
A operação dos cloradores é uma atribuição dos Agentes Indígenas de Saneamento (Aisan) capacitados. Os Aisan utilizam um kit de medição de cloro e preenchem formulários sobre a quantidade da substância na água, assegurando a qualidade da mesma. O aparelho foi apresentado durante reunião realizada no Departamento de Engenharia de Saúde Pública (Densp) nesta semana.
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