VOLTAR

Filme Sobre Novo Código Florestal Desvenda Origem Ambiental Da Crise Hídrica

Segs - http://www.segs.com.br/demais
11 de Mai de 2015

Filme Sobre Novo Código Florestal Desvenda Origem Ambiental Da Crise Hídrica

Categoria.: Demais Fonte/Autor.: Agência Lema
Fonte/Autoria.: Agência Lema

Produzido por Fernando Meirelles, filme chega ao circuito comercial na quinta-feira, 14 de maio; longa alerta sobre consequências da nova lei e o que ainda pode ser feito para evitar mais prejuízos ao meio ambiente.

Controvérsia entre ambientalistas, ruralistas e cientistas é fio condutor de narrativa.

A O2 Play e a Cinedelia lançam, no próximo dia 14 de maio, nas cidades de Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Porto Alegre, Rio de Janeiro e São Paulo, o documentário "A Lei da Água - Novo Código Florestal". Dirigido por André D'Elia, com produção executiva de Fernando Meirelles, o filme retrata a polêmica sobre as mudanças na legislação que prevê o que deve ser conservado e pode ser desmatado nas propriedades rurais e cidades brasileiras.

Veja o trailer: https://www.youtube.com/watch?v=L0t3gEpLIVI

Produzido pela Cinedelia, com co-produção da O2 Filmes, "A Lei da Água" já foi visto por quase 12 mil pessoas em todo o Brasil, em mais de 200 sessões realizadas em parceria com organizações, movimentos sociais e instituições interessadas em debater a relação entre crise hídrica, desmatamento e ocupação urbana. "Em um momento como o que estamos vivendo, de crise hídrica, o público tem solicitado cada vez mais exibições do filme, até mesmo para entender o Código Florestal aprovado pelo Congresso Nacional", explica André D'Elia.

Agora no circuito comercial, "A Lei da Água" contou ainda com uma campanha de crowdfunding que levou o filme a sessões únicas em várias capitais brasileiras nos meses de março e abril. "Foi um jeito de oferecer mais do que uma sessão de cinema, mas uma experiência completa que permitiu um aprofundamento a respeito da questão ambiental", afirma Igor Kupstas, Diretor da O2 Play. "Agora, o filme chega aos cinemas com a força do boca-a-boca de quem assistiu".

Primeiro filme nacional com iTunes Extras
"A Lei da Água" já está disponível para venda e locação no iTunes, em uma oferta até então inédita para os filmes brasileiros: é o primeiro filme nacional a ser lançado com iTunes Extras - um pacote com fotos e vídeos relacionados à produção e que é disponibilizado para as compras do longa em HD.

Realizado ao longo de 16 meses, com entrevistas feitas em Brasília, Mato Grosso, Pará, Paraná, Rio de Janeiro e São Paulo, A Lei da Água dá voz a ambientalistas, cientistas, ruralistas e agricultores que acompanharam de perto a controversa tramitação do Código Florestal no Congresso, e que opinam sobre seus impactos, trazendo perspectivas diversas e discordantes sobre o tema.

O longa é uma parceria do Instituto Socioambiental (ISA), WWF-Brasil, Fundação SOS Mata Atlântica, Instituto Democracia e Sustentabilidade (IDS) e Bem-Te-Vi Diversidade. O impacto sobre a capacidade da floresta de proteger e alimentar mananciais de água e, assim, prevenir crises como as que afetam São Paulo hoje, por exemplo, é um dos temas centrais da produção.

Estão no filme o senador e ex-governador Blairo Maggi (PR-MT), os deputados federais Ivan Valente (PSOl-SP) e Ricardo Trípoli (PSDB-SP), a sub-procuradora da República Sandra Cureau, o ambientalista Mário Mantovani, pesquisadores de instituições como a USP e o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), entre outros.

O filme alerta sobre as consequências do novo Código Florestal - que anistiou 29 milhões de hectares desmatados ilegalmente em todo País - e sobre o que ainda pode ser feito para evitar mais prejuízos ao meio ambiente. O documentário vem a público no momento em que tramitam no Supremo Tribunal Federal (STF) quatro Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADins) contra a Lei 12.651, que revogou o antigo Código Florestal de 1965.

"O Código Florestal Brasileiro deve ser bom para a agricultura, deve ser bom para a floresta e deve ser cumprido. Espera-se que o público compreenda as questões relacionadas à lei, podendo decidir por si próprio o que é melhor para o Brasil. E que vença a melhor ideia!", afirma o diretor.

Sobre André D'Elia
Paulistano, André D'Elia cursou Cinema na Fundação Armando Álvares Penteado, de São Paulo, durante o qual trabalhou em cerca de 50 filmes curtas metragens em película, 16 ou 35 mm, e mais 40 vídeos. Destes projetos André dirigiu sete filmes e trabalhou como diretor de fotografia em outros 14. Se formou dirigindo o filme "Depois da Ponte" em 2009/2010 - um curta metragem ficcional sobre um jovem violeiro do interior do Brasil em busca de liberdade.

Trabalhando na produtora Goma Filmes, na produção do filme "Vida Sobre Rodas" de 2011, um documentário sobre a história do skate no Brasil e no qual assina como assistente de câmera, fotografo adicional e assistente de direção, André foi responsável pela seleção e captura de material de pesquisa e acervo em grandes emissoras de televisão. Foi durante as pesquisas que D'Elia teve a ideia de fazer o filme "Belo Monte - Anúncio de uma Guerra", sobre a construção da hidroelétrica no rio Xingu, estado do Pará. Depois de viajar a Amazônia, percebendo que não havia informações confiáveis sobre o tema, André resolveu fazer um documentário investigativo.

Em novembro de 2011, foi lançada na internet uma campanha de financiamento coletivo para Belo Monte. Mais de 3 500 pessoas do Brasil e do mundo financiaram o processo de pós-produção do filme, juntando cerca de 140 mil reais e batendo o recorde de maior caso de financiamento coletivo em plataforma aberta do Brasil. "Belo Monte" já foi assistido por 45 mil pessoas nos cinemas e 3,7 milhões de na internet.

Realizador de três curtas metragens lançados na internet sob forma de uma campanha de conscientização ("Direitos Indígenas", "MOB. Nacional Indígena" e "PEC 215 - Nó na Garganta"), em 2012 D'Elia e o diretor de som Diego Depane se juntaram as artistas plásticas Carolina Meirelles e Yasmim Flores para a realização do projeto "Ngô Meitire" ("Água Valiosa" na língua macro Jê).

Sobre a O2 Play

Com foco em cinema e Video On Demand (VOD), a O2 Play é dirigida por Igor Kupstas, sob a tutela de Paulo Morelli, sócio da O2 Filmes. A empresa é um agregador de iTunes, Google Play e Netflix. Em parceria com a O2 Pós, realiza encoding para Netflix e Google Play. Em seu primeiro ano de atividades, a O2 Play conquistou o público tanto nos cinemas quanto no iTunes, sendo responsável por quatro dos dez longas escolhidos pela Apple como Os Melhores Filmes Brasileiros do ano - "Entre Nós", "Latitudes", "Junho - O Mês Que Abalou o Brasil" e "Cidade Cinza",.
www.facebook.com/O2play

Sinopse
"A Lei da Água - Novo Código Florestal" esclarece as mudanças promovidas pelo novo Código Florestal e a polêmica sobre a sua elaboração e implantação. O documentário mostra como a lei impacta diretamente a floresta e, assim, a água, o ar, a fertilidade do solo, a produção de alimentos e a vida de cada cidadão. Produzida ao longo de 16 meses, a obra baseia-se em pesquisa e 37 entrevistas com ambientalistas, ruralistas, cientistas e agricultores. Retrata ainda casos concretos de degradação ambiental e técnicas agrícolas sustentáveis que podem conciliar os interesses de conservação e produção da sociedade.

Ficha Técnica:

Produção: Cinedelia

Duração: 75 min

Coprodução: O2 Filmes.

Produção Executiva: André D'Elia e Fernando Meirelles.

Direção: André D'Elia

Consultor de Conteúdo: Raul Silva Telles do Valle

Montagem: Raoni Reis.

Som Direto: Diego Depane

Cinematografia: Federico Dueñas

Sound Design e Mixagem: Alan Zilli, Rosana Stefanoni e André Tadeu

Direção de Arte: Vital Pasquale

Platô: Digo Castelo Branco

Assessoria de Imprensa: Agência Lema

Trilha Musical Original: Fábio Barros e Gabriel Nascimbeni

http://www.segs.com.br/demais/40845-filme-sobre-novo-codigo-florestal-d…

As notícias aqui publicadas são pesquisadas diariamente em diferentes fontes e transcritas tal qual apresentadas em seu canal de origem. O Instituto Socioambiental não se responsabiliza pelas opiniões ou erros publicados nestes textos. Caso você encontre alguma inconsistência nas notícias, por favor, entre em contato diretamente com a fonte.