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Fábrica de celulose causa mortandade no litoral do E. Santo

O Estado de S.Paulo (São Paulo - SP)
21 de jun de 1981

Segundo um ecólogo do Instituto "Jones dos Santos Neves" de Vitória, as medidas adotadas pela Aracruz Celulose para reduzir os índices de poluição resultantes das fábricas de clorato de sódio e de cloro-soda não são suficientes, sendo a tendência o agravamento cada vez maior dos problemas na região do estuário do rio Piraqueaçu, o maior manguezal do estado do Espírito Santo, hoje já praticamente estéril. O ecólogo também criticou a empresa por ter implantado as duas novas fábricas praticamente sem consulta prévia ao Departamento de Ações Ambientais da Secretaria de Saúde. A empresa também se recusou a financiar um estudo desenvolvido por ele e outros estudiosos na área a fim de avaliar o impacto dos dejetos industriais sobre os recursos hídricos. Agora estão ocorrendo diversos casos de problemas de saúde entre os funcionários da empresa e moradores da região devido a vazamentos de cloro e contaminação da fauna marinha.

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