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Exército prevê destruir papéis do Sivam em 5 anos

O Globo-Rio de Janeiro-RJ
Autor: Gerson Camarotti
28 de Out de 2004

. A página do Exército na internet informa que todos os documentos relativos ao Sistema de Vigilância da Amazônia (Sivam) serão eliminados num curto prazo de tempo. A orientação vai contra decreto assinado pelo presidente Fernando Henrique Cardoso em dezembro de 2002 estabelecendo um mínimo de dez anos para destruição de documentos.

Segundo o site, o Exército indica um prazo de cinco anos, renovável por mais dois, para a guarda de "relatórios, estudos, memórias, pareceres e propostas formuladas e recebidas". O mesmo prazo de cinco anos para arquivamento é concedido aos "relatórios relativos a reuniões, visitas, encontros e outros eventos ligados ao Sivam". Depois do prazo cumprido, o Exército informa que os documentos serão eliminados. A Força sustenta que o prazo menor está baseado em portaria do seu comando editada em 2000.

No site, também consta uma versão do Exército sobre o golpe de 1964. Num dos trechos, o Exército afirma que "o governo de João Goulart, ao sentir-se incapacitado para solucionar os problemas, inclusive pelas deficiências pessoais do presidente, buscou associar-se ao processo subversivo, imaginado garantir a sua sobrevivência política

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