A Crítica (AM) - http://acritica.uol.com.br
25 de Jul de 2011
Alunos têm formação em etnoambiental pelo Centro Amazônico de Formação Indígena (Cafi), mantido pela Coiab
Mudanças climáticas, economia solidária e grandes empreendimentos são alguns dos tempos discutidos no 1 Encontro dos Alunos do Centro Amazônico de Formação Indígena (Cafi), que começou nesta segunda-feira (25) e vai até o dia 29. O Cafi é vinculado à Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (Coiab).
Durante o evento, os participantes farão um levantamento sobre a situação individual dos ex-alunos e da sua participação no movimento indígena da Amazônia Brasileira.
Desde sua criação, há quatro anos, o Cafi já formou 114 lideranças indígenas nos Cursos de Gestão de Projetos e Gestão Etnoambiental. Os estudantes, que passam por uma seleção, recebem formação técnica e política, com uma pedagogia diferenciada que valorizava o conhecimento tradicional, como trabalharem em prol de suas comunidades.
De acordo com Enock Taurepang, liderança indígena que foi aluno do Cafi,o evento contribuirá para uma melhor interação entre os participantes.
"É preciso discutir questões referentes às mudanças climáticas que interferem em todos os lugares, na vida de todas as pessoas. Os grandes empreendimentos em terras indígenas é uma realidade que vem assolando a todos nós. Vamos debater estratégias conjuntas para o enfrentamento dessas ameaças. A economia solidária seria uma boa forma de aproximarmos as nossas realidades", disse.
De acordo como professor Gabriel Costa, diretor do CAFI, é importante saber como estes "agentes transformadores" que são os alunos do CAFI estão desempenhando seus papeis para os quais foram formados.
O encontro do Cafi acontece na Casa de Retiro Monsenhor Coutinho dos padres salesianos, localizados na alameda Cosme Ferreira, Zumbi I, Zona Leste.
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