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A escola destribaliza, mata e come ou como matar índios com giz e apagador

Porantim (Brasília - DF)
31 de dez de 1979

Iniciando o texto com a história de um velho índio de São Gabriel da Cachoeira, a temática da educação indígena e sua possível "destribalização" é trazida segundo críticas feitas a partir da não existência de uma educação bilíngue para essas populações. Em seguida, discussões sobre projetos econômicos ligados também ao artesanato indígena são problematizados pelo texto. O suicídio de uma aluna indígena de quinze anos é comentado através de um paralelo com os suicídios indígenas acontecidos entre os Guarani do Paraguai e com o caso de infanticídio cometido pelo pai de uma criança Yaminawá, atribuído, pelo antropólogo belga Marcel D'Ans, à imposição de uma língua não materna entre esses índios.

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