Amazônia Real - http://amazoniareal.com.br/
Autor: Kátia Brasil
20 de Out de 2013
Através de imagens diárias de satélites e sensores, os sistemas de alertas do Inpe e Imazon monitoram o desmatamento ilegal e a degradação da floresta da Amazônia Legal brasileira, que incluiu os Estados do Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Rondônia, Roraima, Pará e Tocantins. Os dados dos alertas são divulgados mensalmente e dão suporte às ações de fiscalização e de responsabilização do danos ambientais.
Desde 2004, o Inpe, com sede em São Paulo, utiliza o sistema Deter para mapear a extração total das árvores com o corte raso e identifica área devastada maior que 25 hectares. É o principal instrumento de fiscalização do Ibama no combate ao desmatamento ilegal. Mas o sistema tem limitações, por causa da cobertura de nuvens, que afetam a
observação por satélites.
O SAD é um sistema independente criado em 2004 pelo Imazon, e tem sede em Belém (PA). Os alertas são para o desmatamento ilegal, com o corte raso maior que 6,25 hectares. As imagens de áreas cobertas por nuvens são comparadas em meses anteriores. Seus dados incluem o desmatamento nas unidades de conservação e subsidiam ações do Ministério Público Federal para conter o avanço sobre as florestas.
O Prodes (Projeto de Monitoramento da Floresta Amazônica Brasileira por Satélite) iniciou o levantamento em 1988. O sistema detecta desmatamento de 6,25 hectares com o corte raso. O recorde de desmatamento ilegal identificado pelo sistema foi registrado em 1995, quando a Amazônia perdeu uma área de 29.059 km², tamanho quase similar ao território da Bélgica.
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