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Dispara desmatamento em Terras Indígenas no Sul da Amazônia

O eco oeco.org.br
Autor: Vandre Fonseca
14 de jan de 2018

O corredor Tupi-Mondé, formado por sete Terras Indígenas na divisa entre Rondônia e Mato Grosso, perdeu mais de 1,2 mil hectares de florestas ao longo do primeiro semestre do ano passado. Os dados são resultado do monitoramento realizado por organizações indígenas e não governamentais, com base no aplicativo Global Forest Watch (GFW), utilizando para acompanhar a perda de florestas em todo o mundo.

Além dos dados obtidos por meio da plataforma, são usadas informações e imagens produzidas em campo, que ajudam a identificar quem está desmatando e o motivo. O GFW é gratuito e oferece uma facilidade em relação ao Prodes, usado para calcular a taxa oficial de desmatamento no país: basta escolher no mapa ou informar as coordenadas geográficas da região a ser monitorada, sem a necessidade de profissionais de geoprocessamento especializados.

Com cerca de 6 mil indígenas de cinco etnias que falam línguas do Tronco Tupi (Cinta Larga, Zoró, Paiter Suruí, Gavião e Arara), o corredor ocupa 3,5 milhões de hectares, uma área maior do que a Bélgica. O desmatamento vem crescendo na região devido à pressão da exploração ilegal de madeira, avanço da pecuária e mineração.

O corredor Tupi-Mondé, formado por sete Terras Indígenas na divisa entre Rondônia e Mato Grosso, perdeu mais de 1,2 mil hectares de florestas ao longo do primeiro semestre do ano passado. Os dados são resultado do monitoramento realizado por organizações indígenas e não governamentais, com base no aplicativo Global Forest Watch (GFW), utilizando para acompanhar a perda de florestas em todo o mundo.

Além dos dados obtidos por meio da plataforma, são usadas informações e imagens produzidas em campo, que ajudam a identificar quem está desmatando e o motivo. O GFW é gratuito e oferece uma facilidade em relação ao Prodes, usado para calcular a taxa oficial de desmatamento no país: basta escolher no mapa ou informar as coordenadas geográficas da região a ser monitorada, sem a necessidade de profissionais de geoprocessamento especializados.

Com cerca de 6 mil indígenas de cinco etnias que falam línguas do Tronco Tupi (Cinta Larga, Zoró, Paiter Suruí, Gavião e Arara), o corredor ocupa 3,5 milhões de hectares, uma área maior do que a Bélgica. O desmatamento vem crescendo na região devido à pressão da exploração ilegal de madeira, avanço da pecuária e mineração.

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