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Autor: Ary Vanazzi
13 de Fev de 2014
O presidente estadual do PT no Rio Grande do Sul, Ary Vanazzi, divulgou nota oficial repudiando as declarações dos deputados Luiz Carlos Heinze (PP) e Alceu Moreira (PMDB), contra quilombolas, indígenas, gays e lésbicas. Na avaliação de Vanazzi, as declarações não representam uma posição isolada, mas sim um "campo político que defende um modelo de desenvolvimento responsável pela exclusão, violência, concentração de renda e poder".
O presidente do PT gaúcho lembrou que os dois deputados se opuseram a PEC do Trabalho Escravo, que destina à Reforma Agrária as terras onde forem encontrados trabalhadores em regime análogo ao de escravidão. A íntegra da nota de Ary Vanazzi:
Na condição de presidente do Partido dos Trabalhadores do Rio Grande do Sul, expresso profundo repúdio e indignação frente às opiniões do deputado federal Luis Carlos Heinze (PP/RS) amplamente divulgada nas redes sociais nesta quarta-feira (12/02) onde afirma que quilombolas, indígenas, gays e lésbicas são "tudo o que não presta", declarações racistas, homofóbicas e que abertamente incitam à violência e a formação de milícias.
Reafirmo a posição histórica do PT na defesa dos Direitos Humanos e da solução pacífica aos conflitos sociais. A posição do deputado Heinze e também do deputado federal Alceu Moreira (PMDB/RS) não é posição isolada e tem guarida em um campo político que defende um modelo de desenvolvimento responsável pela exclusão, violência, concentração de renda e de poder. Representantes deste projeto segregador, ambos os deputados votaram a favor do trabalho escravo, ao se opor à PEC do Trabalho Escravo, que destina à Reforma Agrária as terras onde forem encontrados trabalhadores em regime análogo ao de escravidão. Esse projeto político foi rejeitado pela sociedade brasileira e gaúcha, que escolheu o caminho do diálogo, da tolerância e do respeito às diferenças.
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