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Corredor da Biodiversidade do Amapá: proposta para Amazônia

Ecoagência (www.ecoagencia.com.br)
Autor: Giselle Paulino L. Fonseca
09 de jun de 2008

Macapá, AP - O Iepé - Instituto de Pesquisa e Formação em Educação Indígena e a Secretaria de Estado do Meio Ambiente do Amapá - Sema, bem como de seus parceiros WWF Brasil, GTZ, ICMBio, TNC, FUNAI, Apina e Apitikatxi estão promovendo o Seminário "Corredor da Biodiversidade: gestão territorial, desenvolvimento e conservação", na UNA - União dos Negros do Amapá, no período de 10 a 12 de junho, Macapá.

O Corredor da Biodiversidade do Amapá (mapa) é um programa do Governo do Amapá com a organização Conservação Internacional - CI. Ele foi criado em 2002 e compreende mais de 10 milhões de hectares, conectando 12 unidades de conservação, que somadas a outras quatro terras indígenas (Juminá, Galibi, Uaçá e Waiãpi) cobrem 70% da superfície do estado. O Iepé coordena o projeto Mosaico, financiado parcialmente pelo FNMA e WWF Brasil. O mosaico proposto pelo Iepé (mapa) faz parte do corredor da biodiversidade.

O objetivo geral do seminário será discutir, sistematizar e articular propostas das comunidades (agricultores, extrativistas e indígenas) do corredor da biodiversidade, visando o planejamento territorial integrado e a sustentabilidade socioambiental. O evento irá promover a articulação das comunidades envolvidas, visando sua participação qualificada e integrada na gestão do Corredor da Biodiversidade, além de Avançar no processo de formulação do plano DTBC - Desenvolvimento Territorial com Base Conservacionista.

O seminário faz parte das atividades do projeto "Unidades de Conservação e Terras Indígenas: uma proposta de mosaico para o oeste do Amapá e norte do Pará", financiado parcialmente pelo Fundo Nacional de Meio Ambiente/MMA e pelo WWF Brasil. Por meio deste projeto, o Iepé e seus parceiros estão investindo na capacitação das comunidades envolvidas com o Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque, a Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Rio Iratapuru, a Terra Indígena Wajãpi e o Parque Indígena do Tumucumaque, para promover o planejamento e gestão territorial compartilhada.

Para os participantes do seminário, cerca de 60 pessoas, foi preparado um diagnóstico-base - realizado a partir das primeiras oficinas de capacitação com os agentes sociais envolvidos no projeto. Este documento não é conclusivo, trata-se de um documento interno para subsidiar as discussões e elaborações de propostas para o plano DTBC.

A União dos Negros do Amapá, local do evento, fica na Rua General Rondon, s/no., Bairro Laguinho, Macapá.

*Giselle Paulino Lopes Fonseca é coordenadora do projeto Mosaico. Reprodução autorizada, citando-se a fonte.Telefone: - 96 3223 7633 E-mail: giselle@institutoiepe.org.br

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