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Condomínios avançam e ameaçam água de SP

Metro, p. 4
21 de Jun de 2007

Condomínios avançam e ameaçam água de SP
Ocupação se concentra em áreas sem tratamento de esgoto

Condomínios residenciais, chácaras e sítios na Grande São Paulo ameaçam a qualidade da água consumida por 19 milhões de pessoas, indica levantamento do ISA (Instituto Socioambiental).

O estudo comparou dados de 1989 a 2003. E revela que a área ocupada por condomínios e áreas rurais, pro curados por moradores da capital, subiu 33,5%, com um crescimento de quase 1.900 hectares. Foram desmatados 200 campos de futebol por ano, em média.

O problema é que, em muitos casos, o imóvel fica afastado, sem coleta de esgoto. E os dejetos vão para rios e represas. É deles que se retira a água consumida no centro, zonas norte, parte da leste e da oeste de São Paulo, além de Osasco, São Caetano do Sul e Guarulhos.

A região mais crítica é Juqueri, onde está Mairiporã, diz Marussia Whately, coordenadora do programa Mananciais do ISA. A boa notícia é que a água do sistema é boa. "Mas deve-se ter olhar cuidadoso para mantê-la. Estamos em estado de atenção, mas não de alarme."

Metro, 21/06/2007, p. 4

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